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​Incorporando boas práticas ambientais



Lixômetro

O
Grupo Incorpore – Ações Coletivas para o Meio Ambiente surgiu no ano de 2013, a partir de um projeto
de extensão realizado junto ao Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE).
Desde lá, por iniciativas de alunos voluntários de todos os cursos da UFSM, o grupo
tem cumprido com seu objetivo: trabalhar aspectos ambientais a fim de, como o
próprio nome sugere, incorporar essa questão no dia a dia das pessoas.

A
preocupação primordial do grupo se dá frente à qualidade ambiental de espaços
coletivos, que acaba por influenciar diretamente na qualidade de vida dos
indivíduos. Todas as campanhas e intervenções realizadas são pensadas com o
propósito de chamar a atenção e incentivar uma mudança de postura e
comportamento.

Uma
das ações promovidas pelo Incorpore é a campanha Rastro, que possui amplo apelo
visual e é citada como “Prática de Referência EducaRES”, desde dezembro do ano
passado, na plataforma virtual do Ministério do Meio Ambiente.

Junto
do acúmulo de alguns materiais coletados em salas de aula, hall de entrada dos
prédios e espaços de integração, a pergunta: “Qual rastro você tem deixado?” Ao
lado, um “lixômetro” fictício inventado para medir o volume de
lixo encontrado nos lugares. De forma sutil, a intervenção costuma permanecer
por alguns dias em diversos espaços públicos no campus. O tempo de permanência
da exposição assegura que mais pessoas se sensibilizem com a campanha Rastro e
motiva para uma reflexão sobre responsabilidades individuais no descarte
correto de resíduos, independente de suas quantidades e dimensões.

Papa-bituca

Além da
Rastro, o Grupo Incorpore promove inúmeros projetos relevantes para a
consciência ambiental e ecológica dentro do espaço acadêmico. O “Papa Bituca”,
por exemplo, foi confeccionado na forma de um cigarro para que fumantes se
sensibilizem e ali depositem as sobras do material, que causam problemas graves
ao meio ambiente por não serem biodegradáveis.


ainda projetos como o “REplanta”, realizado em parceria com o setor de
Jardinagem do Colégio Politécnico, no qual se tem o reaproveitamento de tubos
de papel higiênico para plantar mudas; e o “RElona”, em parceria com a
Associação de Apoio a Pessoas com Câncer (Aapecan), que promove o
aproveitamento das lonas de banners
para a confecção de sacolas, que são comercializadas para complementar a fonte
de renda da ONG.

Para a
coordenadora do Grupo Incorpore, professora Marta Tocchetto, muito ainda há a
ser feito. Depois de anos de docência e militância na área, Marta acredita que
as melhores ferramentas de ensino são aquelas nas quais o indivíduo
é inserido nas problemáticas. “Só depois que as pessoas se sensibilizarem com a
questão ambiental, reproduzirão novos comportamentos. É preciso que os valores
sejam, de fato, incorporados e se revelem nas atitudes.
Ninguém faz meio ambiente se não for coletivamente”, analisa.

Atualmente,
o Grupo Incorpore configura-se como programa de extensão e possui apoio do
Fundo de Incentivo de Extensão (Fiex). Segundo a coordenadora, espera-se que o
número de voluntários cresça e que as intervenções dentro e fora do campus se
tornem mais frequentes, para que todos possam refletir acerca de
responsabilidades individuais e coletivas para com o meio ambiente. “A UFSM tem
que demonstrar para a comunidade que tem esse tipo de preocupação. A
Universidade tem papel de transformação”, finaliza Marta.

As
ações do Grupo Incorpore podem ser acompanhadas pela página do Facebook.

Texto: Tainara
Liesenfeld – acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias

Fotos: Divulgação


Tubetes com mudas


Sacola produzida a partir de banners

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