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​Primeira patente originada no campus de Cachoeira do Sul é registrada no Inpi



Ilustração da estrutura química do nanocompósito e seu processo de obtenção

O professor Jocenir Boita, juntamente com as bolsistas de
iniciação científica Marcela Trojahn Nunes e Fabiele Schaefer Rodrigues
depositaram na última terça-feira (29) uma patente no Instituto Nacional da
Propriedade Industrial (Inpi), sob o N° BR 10 2016 006952-1. Tendo como título “Nanocompósito,
processo de obtenção de nanocompósito e uso do nanocompósito”, essa foi a
primeira patente que se originou de pesquisas realizadas no campus da UFSM em
Cachoeira do Sul. O processo de registro do invento no Inpi foi agilizado pela
Agência de Inovação e Transferência de Tecnologia (Agittec).

A invenção descreve a obtenção de nanocompósitos a base de
nanopartículas metálicas e seus óxidos (de ferro, cobre, platina, paládio, níquel,
cobalto e zinco), suportadas em resíduo industrial rico em sílica (SiO2). O uso
do nanocompósito possibilita aplicações na área de catálise heterogênea, na
quebra de gases nocivos e nas mais diversas engenharias, possibilitando o total
reaproveitamento do resíduo. Isso o converte em um produto final economicamente
viável e ambientalmente amigável para fins de aplicação tecnológica. De acordo
com o professor Jocenir, que leciona Física no campus de Cachoeira do Sul, o
invento poderia ser aplicado, por exemplo, como catalisador veicular. 

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