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Instituto de Redes Inteligentes altera nome para Instituto de Energia e Mobilidade

Instituto promove aproximação do conhecimento científico com a indústria, por meio de grupos de pesquisa e laboratórios



Em 2025, o Instituto de Redes Inteligentes (Inri) – como era anteriormente chamado – mudou de nome para Instituto de Energia e Mobilidade (IEM), alteração aprovada pelo Conselho Universitário. Vinculado ao Centro de Tecnologia (CT), o instituto tem o objetivo de desenvolver tecnologias que atendam as necessidades da sociedade, por meio de projetos de pesquisa e prestação de serviços tecnológicos nas áreas de energia e mobilidade, bem como de consultorias. Além disso, tem o compromisso de preparar os discentes para as constantes evoluções do mercado de trabalho. Atualmente, mais de cem alunos (graduandos, mestrandos e doutorandos) participam dos projetos de pesquisa e laboratórios da unidade.

O instituto foi fundado em 2017 como uma subunidade do CT, por um grupo de pesquisadores do Departamento de Processamento de Energia Elétrica, para aproximar o conhecimento científico da indústria. Em 2020, tornou-se uma unidade credenciada da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii). Instituição associada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, a empresa tem como objetivo promover a realização de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação voltados para setores industriais.

O IEM é dirigido pelo professor Victor Cristiano Bender, do Departamento de Eletrônica e Computação, tendo como vice-diretor o administrador Daniel Arenhardt. Na UFSM, o instituto tem parcerias com a Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo (Proinova), o Parque de Inovação, Ciência e Tecnologia (InovaTec), e o Sistema de Gestão de Laboratórios (SGLab) do CT.

A unidade conta com oito laboratórios para a realização de pesquisas e serviços técnicos especializados. “Os laboratórios desenvolvem atividades nas áreas de recursos energéticos distribuídos, transformadores de potência, altas correntes, alta tensão, simulações em tempo real, conversores de potência, engenharia assistida por computador e mobilidade elétrica”, explica o diretor. Os laboratórios são coordenados por pesquisadores de diferentes departamentos, amparados por um gerente técnico.

Ademais, seis grupos de pesquisa da universidade, vinculados ao CT, colaboram com o instituto: o Centro de Excelência em Energia e Sistemas de Potência (Ceesp), o grupo Inteligência em Iluminação (Gedre), o Grupo de Eletrônica de Potência e Controle (Gepoc), o Grupo de Pesquisa em Motores, Combustíveis e Emissões (GPMot), o Núcleo de Inovação e Competitividade (NIC), e o Grupo de Pesquisa e Desenvolvimento em Sistemas Elétricos e Computacionais (Gsec).

De acordo com o diretor, a mudança de nome reflete o compromisso do instituto com as evoluções e transformações observadas no mercado de energia. “Em 2025 o instituto reconheceu a necessidade de uma mudança estratégica significativa. As transformações no mercado de energia, os novos direcionamentos da pesquisa em nível nacional e internacional, além da expansão das áreas de atuação de nossos pesquisadores e laboratórios, nos levaram a refletir sobre o futuro do instituto. A crescente transição das redes elétricas tradicionais para redes baseadas em recursos energéticos distribuídos, somada aos desafios e avanços na área da mobilidade, reforçou a urgência de reposicionarmos nossa identidade”, comenta Victor.

Texto: Giulia Maffi, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias

Edição: Lucas Casali

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