O Curso de Medicina da UFSM
poderá oferecer 150 vagas anuais a partir de
vagas integra a segunda fase de expansão do Curso de Medicina, em tratativas
com o Ministério da Educação. Internamente, Reitoria e Centro de Ciências da Saúde
(CCS) discutem a viabilidade e as condições da ampliação das vagas. Com este
objetivo, o reitor Paulo Burmann se reuniu com representantes do CCS nesta
quinta-feira (2).
Burmann informou que a UFSM cobra
do programa de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni) a
integralização da primeira fase de expansão – houve aumento de 20% das vagas em
Medicina, mas não aconteceu acréscimo no número de professores e de técnico-administrativos.
Este é um ponto bastante questionado. A professora Maria Teresa Aquino de Campos Velho reforça que os
cursos da área da saúde apresentam singularidade na formação específica. “Na
saúde, o ensino é tutorial, de pessoa para pessoa”, defendeu. O reitor
esclareceu que o Ministério da Educação avalia apenas o número geral de vagas
para ampliar contratações de docentes.
Além do aumento do número de professores e de técnico-administrativos,
a segunda fase de expansão deverá ser acompanhada de melhorias na infraestrutura.
Burmann citou como exemplo o campus de Cachoeira do Sul, implantando com planejamento,
e como contraexemplo o campus Silveira Martins. “A expansão precisa ser
completa”, enfatizou.
Neste sentido, uma das propostas seria incorporar o
Hospital Regional ao patrimônio da UFSM. A minuta do acordo entre a Universidade
e o Governo do Estado está sendo avaliada pelos setores jurídicos de ambas as organizações. A
superintendente do Hospital Universitário (Husm), Elaine Resener, explicou que o Regional teria vocação
diferente. “Será mais previsível, pois não
terá porta de entrada, somente para queimados”, referiu-se ao fato de não
ter um pronto atendimento.
Enfermagem
Enfermagem é outro curso que deve ampliar o número de vagas.
A proposta de expansão, segundo o reitor, foi “bem acolhida pelo Ministério
da Saúde”. Assim como a Medicina, o aumento da oferta de vagas deverá ser acompanhado
de contratações docentes e de técnico-administrativos.
