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Projeto Geoparque Quarta Colônia

O Projeto Estratégico Geoparque Quarta Colônia é uma iniciativa da Pró Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Este já possui uma trajetória e algumas condições para a efetivação da proposta, dentre elas, a singularidade geológica (pré-requisito indispensável para o pleito) e principalmente, interesse da comunidade acadêmica da UFSM em contribuir com a população desses lugares na construção de tal estratégia de desenvolvimento local. A intenção é implementar e coordenar uma proposta de geoparque no território da Quarta Colônia visando novas alternativas para a economia regional, de forma sustentável, por meio da conservação do patrimônio natural e cultural, da educação para o meio ambiente, incentivo à geração de renda através de iniciativas privadas, bem como ao turismo local. Tudo isso, através da apropriação do conhecimento, da capacitação da comunidade, da formação acadêmica, da pesquisa, da extensão, da intervenção e da articulação junto ao poder público local, entidades e sociedade civil organizada.

A Quarta Colônia é composta por nove municípios gaúchos: Agudo, Dona Francisca, Faxinal do Soturno, Ivorá , Nova Palma , Pinhal Grande , Restinga Seca , São João do Polêsine e Silveira Martins. As características destes municípios que compõem a Quarta Colônia, como a beleza natural das suas paisagens, da abundância de água de seus rios e de suas cascatas, da raridade dos fósseis ali encontrados que testemunham as mudanças ambientais do planeta nos últimos 250 milhões de anos e a cultura preservada dos seus imigrantes, se bem articuladas, podem permitir que essas comunidades possam legar, às próximas gerações deste planeta, um futuro em que a qualidade de vida esteja em sintonia com a conservação da sua cultura e com a sua herança geopatrimonial. 

Relatório de Ações

No ano de 2018 algumas iniciativas já ocorreram na UFSM e nos territórios para a efetivação desse projeto. Foram realizadas reuniões ampliadas internas e outras específicas com os gestores municipais da Quarta Colônia através do Consórcio de Desenvolvimento  Sustentável da Quarta Colônia (Condesus).

Em 2019 realizamos mais de 180 viagens para sensibilização e capacitações com o poder público e setor produtivo dos municípios, além de uma chamada interna que contempla 14 projetos direcionados ao território, mais de 90 estudantes envolvidos, 50 professores e 10 Técnicos Administrativos em Educação da UFSM, além de muitos colaboradores externos.

Material de Apoio da II Jornada Interdisciplinar de Formação de Professores em Educação Patrimonial do projeto Geoparque Quarta Colônia
4º Paleodia – Exposição de Ilustrações de Animais e/ou Plantas Pré-Históricas do Rio Grande do Sul – CAPPA UFSM
Enfrentamento à covid-19: "Educação Patrimonial em tempos de pandemia"
Projetos selecionados no Edital Conexões Geoparques e Empresas Juniores

Ação: Paradiplomacia em formação: Cooperação internacional descentralizada ítalo-brasileira (F5 Júnior)

Coordenador: Prof. Dr. Günther Richter Mros; Profª. Drª Joséli Fiorin Gomes

 

O objetivo do projeto é potencializar a internacionalização do turismo e de projetos culturais na região da Quarta Colônia, junto a cooperação internacional descentralizada com cidades italianas que possuam conexões históricas e de potencialidade empreendedora similar. Como objetivo objetivos Específicos, diagnosticar o nível do desenvolvimento de cooperação internacional no setor público e privado da região da Quarta Colônia; Estreitar as relações com as instituições públicas e privadas regionais vinculadas ao desenvolvimento de projetos da cultura italiana; Estreitar relações entre cidades italianas e Quarta Colônia; Promover parcerias com instituições internacionais para facilitar o acesso ao mercado global e a atividades culturais; Buscar investidores para coproduções e empreendimentos que gerem benefícios mútuos entre os locais. Espera-se estreitar relações com governos e empreendimentos italianos que se assemelham a realidade da Quarta Colônia para maior desenvolvimento cultural, empreendedor e turístico da região. Por meio da busca de introdução no mercado global e de atividades interculturais estabelecidas por intermédio de parcerias entre instituições privadas com os governos municipais locais, busca-se potencializar um intercâmbio cultural, firmando laços econômicos, educacionais e históricos entre os municípios de ambos os países. Dessa forma, através do projeto proposto de ações para o desenvolvimento do Geoparque da Quarta Colônia, é aplicado pela F5 o conhecimento na área de Paradiplomacia, impactando a sociedade através dos seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS/ONU): ODS 9 – Indústria, Inovação e Infraestrutura.

Essa proposta é uma das ações ligadas a empresa F5 Júnior. Para saber mais sobre a Empresa Júnior, acesse o Portal de Projetos da UFSM, clicando aqui.

Ação: Análise de ecologia populacional para identificação de frutíferas nativas da região central do RS (Floresta Júnior)

Coordenador: Prof. Ezequiel Gasparin

A ação tem como objetivo realizar visitas técnicas nas propriedades rurais cadastradas no projeto Geoparque Quarta Colônia, sendo estas em parceria com o projeto “As frutíferas nativas e o desenvolvimento sustentável da região central do RS”, desenvolvido pela professora Suzane B. Marcuzzo, visando coletar dados para análise de distribuição populacional de espécies frutíferas nativas da região central do RS.

As visitas terão como finalidade: levantamento do número de espécies de frutíferas nativas da propriedade; estimativa aproximada do números de indivíduos de cada espécie, sendo essa feita por amostragem de parcelas de mata nativa; identificação das fenofases; identificação de patógenos e pragas. Os dados coletados serão entregues para a professora responsável pelo projeto em planilhas e/ou relatórios, sendo a análise e utilização prática destes ficando a cargo da mesma. Dentre os resultados esperados, pretende-se contribuir efetivamente com o projeto cadastrado obtendo os dados necessários para o andamento do mesmo; uma aproximação da empresa júnior com o corpo docente da universidade; aproximação com os produtores rurais da região para que haja uma maior valorização da academia perante a comunidade; incentivar aos proprietários o cultivo de frutíferas nativas; gerar uma troca de conhecimentos entre estudantes e produtores; e capacitação dos membros da Floresta Júnior.

Essa proposta é uma das ações ligadas a empresa Floresta Júnior. Para saber mais sobre a Empresa Júnior, acesse o Portal de Projetos da UFSM, clicando aqui.

Ação: Assessorias de Negócios – Desenvolvendo empresas locais das regiões dos Geoparques Quarta Colônia e Caçapava do Sul (ITEP e Objetiva Jr)

Coordenadora: Profª. Sirlei Glassenap

Os geoparques são territórios conhecidos por terem grande relevância geológica, geomorfológica e paleontológica, no qual essas características singulares são capazes de proporcionar um desenvolvimento econômico da região. Na abrangência da UFSM, encontram-se dois territórios que possuem o potencial de serem reconhecidos como geoparques pela UNESCO, Caçapava do Sul e Quarta Colônia. Para que a comunidade local de geoparques seja cada vez mais fortalecida, é necessário fomentar a atitude e cultura empreendedora para os negócios locais, além de salientar os benefícios mútuos que são proporcionados entre os Geoparques e os empreendimentos locais da região. Uma das ações que envolvem o Geoparque é fortalecer os negócios locais, para que sejam cada vez mais capazes de gerar e administrar seu capital, produção, vendas e áreas relacionadas. Além disso, a retenção de pessoas dentro dessa região proporcionará uma maior demanda aos negócios locais. Dado esse contexto, a proposta de projeto da Objetiva Jr. em parceria com a ITEP Jr. tem por objetivo promover o empreendedorismo local através do ensino de práticas de gestão de negócios desde o suporte estratégico e mercadológico até o desenvolvimento de práticas de controle financeiro e produtivo para pequenas empresas localizadas nas regiões da Quarta Colônia e Caçapava do Sul. O projeto terá uma relação de trabalho conjunto com o projeto presente no edital (anexo c): “Laboratório de Negócios”, da profª Debora Bobsin.

Pode-se destacar duas esferas no qual o projeto terá impacto, empreendimentos dos geoparques e alunos colaboradores das EJ’s. O primeiro, espera-se que cerca de 100 empreendimentos serão capazes de gerenciar melhor os recursos disponíveis, possuindo um diagnóstico completo da situação atual e próximos passos claros. Por meio de capacitações que os tornará capazes de tomar ações de melhoria em gestão financeira, estratégica, processos, pessoas e produção. Além do conhecimento do impacto que uma cultura empreendedora e gestão podem ter na comunidade e empresas. Bem como, cerca de 30 empresas possuirão, através da assessoria, ferramentas e práticas para que essa transformação seja potencializada. Dessa maneira, a comunidade terá empresas mais capazes de gerar renda e empregar pessoas da região. O segundo, por dar oportunidade a membros das EJ’s de aliarem a teoria à prática. Isso, impactará a experiência deles dentro do ambiente universitário, tornando-a mais completa e prática

Essa proposta é uma das ações ligadas a empresa Objetiva Júnior e a ITEP Júnior. Para saber mais sobre as Empresas , acesse o Portal de Projetos da UFSM.

Objetiva Jr: clique aqui.

ITEP Jr.: clique aqui.

Projetos e Programas desenvolvidos no território - 2020

Ação: Geoparque vai à escola: Elaboração de um kit pedagógico para as escolas públicas do território do geoparque Quarta Colônia

Coordenador: Adriano Severo Figueiró

A identificação da comunidade local com o seu patrimônio natural é um dos principais elementos capazes de garantir a sua conservação e exploração sustentável, sendo que a educação geocientífica aplicada ao geopatrimônio local permite aos alunos e à comunidade compreenderem a origem e os processos naturais de transformação que produziram as paisagens atuais do seu território. A partir disso, o projeto pretende fornecer elementos e possibilidades para a construção de novas formas de pensar o lugar em que se vive, incluindo a compreensão da sua história natural e humana, da complexidade, das emergências e inter-relações entre os diversos subsistemas que compõe a sua realidade territorial, especialmente envolvendo a questão do seu patrimônio natural.

Todavia, esta aproximação pedagógica entre a sociedade e o seu patrimônio natural esbarra, quase sempre, na dificuldade de acesso a conteúdos e materiais capazes de estabelecer esta necessária mediação entre a sociedade e o conhecimento científico local. Daí que entendemos que a principal tarefa extensionista da universidade dentro deste campo temático e que se coloca como objeto central deste projeto, refere-se, de um lado, à produção e disponibilização de materiais e instrumentos pedagógicos capazes de aproximar as escolas e o público em geral do entendimento da sua realidade paisagística e territorial e, de outro lado, à formação de recursos humanos locais capazes de manejar, adaptar e produzir novos instrumentos de compreensão e divulgação do geopatrimônio local.

Por meio do CONDESUS, já estamos realizando, desde 2018, atividades de formação em educação patrimonial com os professores do território. A partir de 2019, esta iniciativa assumiu um caráter mais institucional, com a formação de um embrionário Fórum Permanente de Educação Patrimonial, apoiado por todas as secretarias municipais de educação da Quarta Colônia, e onde estão envolvidos diversos professores de diferentes áreas do conhecimento da UFSM. Neste sentido, o projeto “Geoparque vai à Escola” representa uma ponta de colaboração neste processo, buscando construir materiais didáticos que auxiliem os professores em sala de aula, nas mais diferentes disciplinas, a colocar em prática a educação patrimonial no território.

Já temos uma série de materiais planejados para comporem o kit pedagógico, alguns dos quais já se encontram em processo de elaboração. Diante disso, estamos propondo para 2020 a realização das seguintes ações:

1) Elaborar um jogo de “Supertrunfo dos Dinossauros da Quarta Colônia”, a fim de distribuir nas escolas do território.

2) Reproduzir 100 cópias do jogo supertrunfo para compor os kits pedagógicos que serão distribuídos nas escolas envolvidas;

3) Reprodução de quebra-cabeças já desenvolvidos pelo grupo de pesquisa referentes a dinossauros da Quarta Colônia

4) Elaboração, edição e reprodução de um guia didático da história natural e ambiental da Quarta Colônia para alunos das séries finais do Ensino Fundamental

5) Elaboração, edição e reprodução de dois cadernos de atividades (um para as séries iniciais do EF e outro para as séries finais do EF) referentes aos geossítios e geopatrimônios do Geoparque QC. No caso do caderno para as séries finais do EF, as atividades propostas deverão complementar e exercitar as informações constantes do guia didático referido no item anterior.

A produção de um material didático próprio, que permita aos professores de diferentes disciplinas explorar as características patrimoniais e paisagísticas do seu entorno, pode representar um primeiro passo para repensar o currículo das escolas deste território, incluindo conteúdos que digam respeito à conservação e valorização do mesmo, algo que é condição indispensável para a ligação das comunidades com o Geoparque.

Para além disso, uma formação mais qualificada na área das geociências, poderá permitir que, no futuro, alguns dos alunos envolvidos demonstrem interesse e capacidade para se inserirem como monitores do CAPPA ou mesmo como condutores e intérpretes em roteiros geoturísticos do geoparque.

Essa proposta é uma das ações ligadas ao projeto “O Geoparque vai à Escola: a educação em Geociências como estratégia de divulgação e promoção do Geoparque Quarta Colônia”.

Para acessá-lo no Portal de Projetos da UFSM, clique aqui.

Ação: Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC): Cultivo, Identificação e Usos Alimentares e Medicinais

Coordenadora: Profa. Dra. Neila S.P.S. Richards

As atividades propostas neste projeto objetivam impactar positivamente a comunidade externa e acadêmica. Sendo assim, de maneira direta, as atividades proporcionarão a capacitação desse público em relação ao cultivo, identificação e uso alimentar e medicinal das PANC, além de propiciar campo de ensino e prática aos alunos dos cursos participantes. Indiretamente, espera-se que os cursos e palestras ofertados impactem de maneira significativa no conhecimento de espécies de plantas com grande potencial alimentar e terapêutico. Trata-se de uma proposta de extensão de caráter assistencial e educativa voltada para a comunidade acadêmica e externa, cujo foco é a interdisciplinaridade com a inserção e a integração do curso de Tecnologia de Alimentos com outros cursos da instituição e entre outras instituições de ensino e pesquisa, reafirmando o caráter comunitário e o compromisso da inclusão social. O projeto será desenvolvido no Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos e na região da Quarta Colônia e envolverá a comunidade acadêmica e a comunidade externa, em um trabalho assistencial e educativo durante os anos de 2020 e 2021 com possibilidade de continuidade. Ao final das atividades espera-se uma interação entre o conhecimento técnico e o popular através das ações voltadas para o desenvolvimento sustentável da comunidade, focadas na produção e preservação cultural dos conhecimentos sobre as plantas regionais estudadas, bem como o atendimento ao potencial cultural, com reflexo produtivo junto a esta, contribuindo na promoção do desenvolvimento social e econômico do Rio Grande do Sul. Além disso, pretende-se valorizar parcerias entre cursos e interinstitucionais, para a realização e manutenção do projeto, com a criação de um centro de referência na região central do Rio Grande do Sul sobre PANC para uso alimentar e medicinal. Do ponto de vista da repercussão das atividades na comunidade acadêmica envolvida, deve-se considerar que os alunos dos cursos de graduação e pós-graduação participantes sofrerão um impacto positivo em sua formação, diante da oportunidade de estarem inseridos em temáticas e atividades práticas relacionadas ao tema proposto. Este projeto de extensão tem por objetivo capacitar a comunidade externa e acadêmica através de cursos, assessorias técnicas e palestras com profissionais das áreas de Ciência e Tecnologia de Alimentos, Nutrição, Química, Biologia/ Botânica, Farmácia, Agronomia e áreas afins, quanto ao cultivo adequado, identificação e usos alimentares e medicinais das plantas alimentícias não convencionais nativas do Rio Grande do Sul. Terá como objetivos específicos: Identificar e selecionar PANC nativas do Rio Grande do Sul; Capacitar a comunidade acadêmica e externa por meio de cursos teóricos e práticos quanto às técnicas de plantio, dicas de cultivo e colheita das PANC; Orientar a comunidade por meio de cursos teóricos sobre as propriedades biológicas e nutricionais das PANC; Capacitar a comunidade envolvida na elaboração de pratos e receitas com as PANC nativas da região, além de orientar quanto às normas de higiene e boas práticas de fabricação durante as preparações gastronômicas.

Essa proposta é uma das ações ligadas ao projeto “Plantas Alimentícias Não Convencionais (Panc): Cultivo, Identificação e Usos Alimentares e Medicinais”.

Para acessá-lo no Portal de Projetos da UFSM, clique aqui.

Ação: Centro de Documentação e Memória por uma política de fundos

Coordenadora: Amanda E. Scherer

Nosso objetivo é fomentar uma rede de transformação de pessoas, implementando uma política de guarda de documentos na sua relação com acervos pessoais, artísticos, históricos e educacionais, passando por cursos de formação, encontros para discussão de temáticas pertinentes à demanda social e profissional até sua inserção na comunidade. Nossa meta maior está centrada no desenvolvimento de reflexões sobre noções de memória, história e língua, voltadas para as tecnologias de linguagem na contemporaneidade. Nosso eixo de enfoque é aquele de caráter multidisciplinar e orgânico-institucional através da integração com a comunidade de Silveira Martins e, também, com as secretarias de cultura e educação dos municípios que fazem parte desta região. Também almejamos viabilizar a formação de novos parceiros junto às comunidades citadinas e rurais da Quarta Colônia. Queremos proporcionar discussões sobre o que é guardar e sobre a problemática da memória, a fim de viabilizar atividades em conjunto para refletirmos sobre possíveis caminhos e ações na futura criação de uma Política de Geoparques na região, a partir do patrimônio cultural, linguístico e artístico. Nosso objetivo principal é refletir sobre dados e fatos históricos dos municípios e das comunidades escolares da região, para que, assim, os estudantes e a comunidade em geral, participantes de nossas ações, possam construir uma narrativa mais intimista (fotográfica e textual), ecoando na história e na memória das referências familiares.

Uma primeira parceria importante e constante diz respeito a duas secretarias municipais de Silveira Martins, de Educação e de Cultura, através de ações coordenadas, como, por exemplo, a atualização da Feira do Livro no município. Além disso, com o financiamento obtido para o desenvolvimento de pesquisas e de formação de jovens pesquisadores, através de editais via órgãos de financiamento, como CAPES, CNPq e Fapergs, esses servirão para intermediar, pelo menos, um foco na produção de nossos resultados.

 

Como ações previstas temos:

   Exposições (3) sobre os temas elencados mais abaixo – na Sala de Exposição Nelson Ellwanger – UFSM – Silveira Martins;

   Oficinas (3) sobre tratamento arquivístico – com bolsistas do Curso de Arquivologia;

   Oficinas (4) de escrita criativa – com os acadêmicos do Grupo de Estudos sobre Literatura Fantástica;

   Oficina (2) sobre fotografia – com o Técnico de Nível Superior – secretário do DLCL – CAL;

   Reuniões (5) administrativas e de discussões sobre as noções de memória, arquivo e história, a partir dos eixos temáticos elencados mais abaixo, com o intuito de começarmos a implantação de uma cultura de formação técnica reflexiva com os agenciadores e responsáveis pela política de memória no ambiente da Quarta Colônia, com o propósito de, quando da criação do Geoparque, podermos indicar ações mais sustentadas no fazer quotidiano e sermos, de fato, os parceiros educativos, com responsabilidade, em um espaço onde seus moradores possam viver e respeitar não só o meio ambiente, mas, e sobretudo, a história linguística, cultural e artística da região.

 

Eixos temáticos previstos:

1.    Língua nacional, Estado e nação;

2.    Memória: figura inventada da identidade individual e coletiva;

3.    Patrimônio: o lugar do Museu no Museu do amanhã;

4.    Da instituição das línguas à universalidade: o caso da língua falada na Quarta Colônia;

5.    Da história da colonização à história regional;

6.    Saberes ancestrais, técnicas tradicionais: pilares da identidade regional e o lugar do fantástico e da ficção literária também.

 

Nossa meta principal é desenvolver atividades relacionadas à importância do conhecimento acerca da nossa identidade linguística, cultural e histórica no contexto local, regional e nacional, para nos firmarmos enquanto sujeitos do devir no mundo globalizado pela economia e pela tecnologia. Serão oficinas de fotografia, de escrita criativa, de leitura, de visualização-discussão de documentários, de entrevistas e de conversas com autores, artistas e curiosos, as quais nos ajudarão a construir um alicerce mais firme na busca do entendimento do que somos. Ademais, elas nos ajudarão a construir um futuro mais generoso e humano, compreendendo melhor a importância do saber ancestral, das técnicas tradicionais. Isso tendo como propósito produzir novos pilares identificatórios do que somos na atualidade. À vista disso, participamos, com a programação, com atividades mais propositivas e determinantes, com reflexões sobre as relações entre a memória coletiva e também discursiva, para que o desenvolvimento desta proposta possa trazer históricos e também servir de apoio para atividades futuras sobre o tema.

Essa proposta é uma das ações ligadas ao projeto “Centro de Documentação e Memória: por uma política de fundos”.

Para acessá-lo no Portal de Projetos da UFSM, clique aqui.

Ação: Conhecimento, valorização e conservação do patrimônio histórico e cultural do município de Dona Francisca

Coordenadora: Ana Carolina Cherobini Bortolin
Status: Não-executado

O objetivo deste projeto é promover o conhecimento, valorização e conservação do patrimônio cultural material do município de Dona Francisca por parte dos seus moradores. Buscar-se-á alcançar este objetivo por meio da realização de visitas aos principais patrimônios históricos e culturais do município, em que será apresentada a sua história e discutida a importância da sua valorização e conservação.

A motivação para a realização deste projeto justifica-se pelo fato de que grande parte da população do município não conhece, tampouco valoriza o patrimônio cultural da sua terra. Portanto, esta é uma etapa essencial, visto que para que se atraia o público externo para conhecer o patrimônio do município, é necessário que antes os próprios moradores o conheçam e o valorizem.

As informações coletadas a respeito do patrimônio histórico e cultural será posteriormente disponibilizado à prefeitura do município para que possam, futuramente, ser realizadas atividades de rotas turísticas om o público externo.

Esta proposta vai ao encontro do Projeto Estratégico Geoparque Quarta Colônia, visto que buscará promover uma aproximação dos moradores do município citado com o seu patrimônio cultural, buscando um a ascensão do sentimento de pertencimento. Ao mesmo tempo, as informações serão cedidas à prefeitura para futuras ações voltadas ao público externo, que também vai ao encontro dos objetivos do Projeto Estratégico.

O projeto contará com a colaboração da Prefeitura do Município de Dona Francisca, que contribuirá cedendo informações sobre o município, divulgando as atividades de visitação e contribuindo com alguns custos decorrentes da execução do projeto.

As ações previstas são atividades de visitação aos principais patrimônios históricos e culturais do município de Dona Francisca, em que será discutida a história dos patrimônios e a importância da sua valorização. A quantidade de atividades de visitação dependerá do número de pessoas interessadas.

Para a realização das atividades, o projeto contará com algumas atividades prévias:

– Pesquisa sobre a história de formação do município de Dona Francisca;

– Levantamento dos patrimônios históricos e culturais materiais do município;

– Pesquisa sobre a história dos respectivos patrimônios;

– Planejamento das atividades com o público.

Com a realização das atividades previstas, será possível promover a aproximação dos moradores do município de Dona Francisca com o seu patrimônio cultural, ascendendo o sentimento de valorização e pertencimento com o patrimônio e a história da sua terra. Será possível promover uma maior consciência em relação à importância da história e das memórias do município como parte integrante da identidade da população, promovendo um maior sentimento de valorização e conservação, a fim de que as memórias e a identidade permaneçam presentes nas futuras gerações.

Ao mesmo tempo, o sentimento de pertencimento poderá ser capaz de incentivar à população a valorizar a produção e desenvolvimento socioeconômico local. Além disso, a execução deste projeto contribuirá para que os moradores moradores do município possuam mais conhecimento sobre a história do patrimônio cultural para promover a disceminação deste conhecimento à comunidade externa.

Essa proposta é uma das ações ligadas ao projeto “Conhecimento, valorização e conservação do patrimônio histórico e cultural do município de Dona Francisca”.

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Ação: Geoparque Quarta Colônia: educação patrimonial e patrimônio cultural

Coordenador: André Luis Ramos Soares

Os Geoparques são espaços de interdisciplinaridade nos quais as atividades que envolvem o patrimônio cultural são diretamente relacionadas com outros conceitos, como gestão integrada de território ou educação. Para tal, nossa proposta compreende a educação patrimonial como elo que reúne os atores sociais envolvidos através das escolas (uma municipal e outra estadual) no município de Silveira Martins, no nosso caso os pais, estudantes, professores e técnicos em educação que atuam na escola. Entre os objetivos do projeto estão:

– Realizar o levantamento dos patrimônios culturais de Silveira Martins, através de ações de formação continuada com os professores e projetos com os estudantes das duas escolas;

– Desenvolver atividades lúdicas com os estudantes que evoquem o tema do patrimônio cultural do município;

– Inserir a discussão dos geoparques como patrimônios em âmbito de Gestão de Território, e também de Gestão Integrada de Território e Paisagem cultural.

– Registrar, documentar e socializar, em âmbito escolar, os patrimônios culturais advindos dos levantamentos realizados.

– Buscar financiamento para produção de material de divulgação dos patrimônios registrados em folder, bem como registro das memórias dos saberes em livro impresso.

Este projeto está em desenvolvimento com a Escola Municipal João Frederico Savegnago e Escola Estadual Bom Conselho, em Silveira Martins/RS. Além da direção das escolas e do apoio da Secretaria Municipal de Educação e Finanças, também contamos com a parceria do professor César de David, do Instituto de Geociências e Espaço Multidisciplinar de Pesquisa e Extensão UFSM – Silveira Martins.

A seguir, uma síntese das ações previstas:

Fase 1 – Levantamento bibliográfico de atividades de pesquisa de educação patrimonial no local. De 02/04 a 10/05;

Meta 1 – Conhecer os trabalhos anterior existentes na região, bem como os patrimônios já registrados, cadastrados e conhecidos;

Fase 2 – Sistematização dos tipos de patrimônio existentes no município. De 13/05 a 27/06

Fase 3 – Selecionar alguns dos tipos de patrimônios para sistematização pedagógica para divulgação do patrimônio em formatos de divulgação científica e paradidáticos. De 28/06 a 01/11;

Meta 3 – Elaboração de materiais paradidáticos para uso em sala de aula sobre os patrimônios locais. De 02/11 a 30/12;

Fase 4 – Produção de materiais paradidáticos para uso em sala de aula sobre os patrimônios locais. De 01/12 a 15/12;

Fase 5 – Balanço e avaliação do projeto. De 15/12 a 15/01;

Meta 5 – Redação e publicação do relatório e Avaliação dos resultados.15/01 a 20/01.

No quesito mensurável, espera-se obter um levantamento detalhado dos patrimônios culturais existentes no município e de que forma estes bens podem integrar um roteiro de geoparque da Quarta Colônia. Nestes levantamentos, pretendemos documentar elementos como arquitetura religiosa, vernacular, casas e taperas com potencial histórico para o conhecimento do município. Na questão natural, registro e georeferenciamento de cascatas, riachos, e outros elementos naturais de potencial cultural ou paisagístico. Na questão histórica, registrar os conhecimentos e saberes tradicionais ainda em uso pelas comunidades do município. Os resultados não mensuráveis são os seguintes: envolvimento do corpo docente e discente das escolas parceiras, aumento do sentimento de pertença e valorização dos alunos e da comunidade no tocante ao seu território e valorização do patrimônio cultural e natural.

Essa proposta é uma das ações ligadas ao projeto “Geoparque Quarta Colônia: educação patrimonial e patrimônio cultural”.

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Ação: Cartografia Afetiva e Poética dos Geoparques Quarta Colônia e Caçapava: Arte Locativa e Colaborativa em ações de preservação e divulgação do patrimônio natural e cultural

Coordenadora: Andreia Machado Oliveira

Propõe-se a criação de uma Cartografia Afetiva e Poética – via produções em Arte e Tecnologia – em colaboração com as comunidades integrantes da Quarta Colônia/RS e Caçapava. Com participações diretas e ativas com os articuladores sociais do Geoparque e a população local, busca-se valorizar o pertencimento, a preservação, a visibilidade do lugar a fim de promover o desenvolvimento das comunidades envolvidas em relação aos seus patrimônios naturais e culturais. Este projeto está vinculado ao projeto “CODATA” e em consonância com o projeto estratégico Geoparques.

A Quarta Colônia e Caçapava, regiões de cultura material e imaterial com alto potencial, são espaços promissores para o crescimento econômico criativo e sustentável. Assim, almeja-se não somente mostrar esses potenciais, mas ampliá-los com as possibilidades da Arte e da Tecnologia. A partir de realizações de pesquisa e extensão do LabInter/UFSM, propõe-se oferecer à comunidade da Quarta Colônia e Caçapava alternativas tecnológicas de exploração sustentável e inovadora da região do Geoparque, em laboratórios de criação que farão uso de conhecimentos de produção audiovisual, produção de áudio, geolocalização e realidade aumentada.

Para isso, parte-se de proposições de Arte Locativa e Colaborativa, de forma horizontal e dialogada, conduzida pela população local. A fim de gerar uma cartografia afetiva, pretende mapear esses espaços de convivência, ativar as memórias locais, estimular o conhecimento tecnológico e incentivar a produção cultural, de forma poética e reflexiva.

Esse projeto conta com as parcerias do Laboratório Interdisciplinar Interativo da UFSM (LabInter), coordenado pela Profª. Drª. Andreia Machado Oliveira e do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UFSM (PPGART).

As ações previstas acontecerão em etapas consecutivas no decorrer de quatro etapas:

Etapa 1 – Encontros com a comunidade do Geoparque Quarta Colônia e Caçapava

Após o mapeamento das comunidades da Quarta Colônia e Caçapava, apresentar o projeto aos representantes da comunidade escolhida – encontros online.

Etapa 2 – Laboratório de criação audiovisual

De acordo com a metodologia colaborativa em arte, adaptar em coletivo o tema a ser trabalhado e produzir narrativas poéticas afetivas: relatos orais e pessoais, através de registros fotográficos, audiovisuais, sonoros e textuais (com câmeras, celulares e tablets) – Serão produzidas lives dos laboratórios de criação pelo LabInter e será disponível online.

Etapa 3 – Laboratório de criação em mídia locativa

Dialogar com espaços de convivência em comum, por meio da criação de mapas com geotags, os quais estarão disponíveis de forma online (Youtube, Blogs, sites, redes sociais, etc). Serão produzidas lives dos laboratórios de criação pelo LabInter e será disponível online.

Etapa 4 – Pós-produção

Integrantes do LabInter farão a edição e finalização dos diversos materiais audiovisuais gerados pelas propostas – encontros online do LabInter.

Etapa 5 – Meios de visualização em outros espaços

O mapa com certas comunidades da Quarta Colônia e Caçapava com as geotags para geolocalização e as produções audiovisuais decorrentes dos Laboratórios de criação serão divulgados nas redes sociais pela Internet, bem como a divulgação do próprio projeto desenvolvido, que contemplem todo o processo de criação do projeto e seus resultados, via a organização de um blog online.

Impacto e Transformação Social esperados:

Entende-se que a Arte Locativa e Colaborativa podem contribuir de maneira acessível, democrática, ativa e participativa através do uso das tecnologias emergentes, objetivando-se uma inclusão social, tecnológica, criativa e empoderadora nas comunidades. Ao disponibilizar essa produção em rede, em exposições e seminários, permite-se uma relação significante entre o local e o global, entre as tecnologias e a conservação e a valorização do patrimônio cultural.

Com uma metodologia colaborativa em arte, busca-se uma troca efetiva e afetiva com a comunidade, uma experiência que une pesquisa e extensão de forma a transformar o ensino laboratorial em encontros e resultados concretos. As experiências em Arte e Tecnologia nas comunidades vêm a contribuir para uma aprendizagem, articulação e pertencimento coletivos, mobilizando a expressão, a comunicação pessoal e interpessoal e a afirmação de laços, ampliando a formação e os sentidos de existência do cidadão em sua comunidade.

Essa proposta é uma das ações ligadas ao projeto “CODATA – Comunidades Colaborativas de Dados”.

Para acessá-lo no Portal de Projetos da UFSM, clique aqui.

Ação: Cartilha de orientação e práticas para a Gestão de Roteiros Turísticos no território Quarta Colônia

Coordenadora: Professora Caroline Ciliane Ceretta

Este projeto tem como objetivo principal construir uma cartilha de orientação e práticas para a gestão de roteiros turísticos na Quarta Colônia, utilizando-se da perspectiva territorial de desenvolvimento. Especificamente, busca-se a) realizar o levantamento de dados sobre os roteiros turísticos comercializados e divulgados no território, apresentando suas principais características e aspectos de funcionamento; b); verificar o papel dos atores locais na concepção e realização dos roteiros; c), investigar as características e aspectos identitários dos atrativos turísticos que compõem os roteiros, bem como de que maneira foram e estão sendo configurados para formar um produto turístico competitivo e sustentável e, d) reunir um conjunto de elementos teóricos para a confecção da cartilha, tendo como premissa a concepção endógena de desenvolvimento turístico, a partir de ações sustentáveis em territórios com patrimônio geológico relevante para a concepção e salvaguarda de Geoparques.

Parte-se do entendimento de que os projetos de extensão são uma oportunidade de valorizar a identidade territorial, uma vez que ao estarem acessíveis a comunidade local, conseguem captar evidências de valor identitário em elementos naturais e culturais de salvaguarda pelo uso responsável do turismo. Estes valores se somam aos valores da terra, que tem na geologia um singular patrimônio também identitário, já percebidas nas divulgações sobre as pesquisas de fósseis de origem animal e vegetal no território Quarta Colônia (Centro de Apoio a Pesquisa Paleontológica – CAPPA/UFSM) e reveladas pelas potencialidades geocientíficas, geoturísticas e pedagógicas do Projeto Geoparque Quarta Colônia.

Serão necessárias parcerias público-privadas para a efetivação do projeto junto a comunidade da Quarta Colônia. Internamente são premissas, o apoio da UFSM para a produção da Cartilha, o Curso de Gestão de turismo e a coordenação do projeto Geoparque, uma vez que a Cartilha é um dos instrumentos que contribui efetivamente desenvolvimento do turismo no território. Externamente, o apoio do CONDESUS é a chancela necessária para o trabalho ser efetivamente aceito e realizado.

O projeto tem como previsão, o desenvolvimento das seguintes ações:

  1. organização e preparação das atividades junto aos acadêmicos envolvidos; Contato com as parcerias internas e externas para apresentação da proposta;

  2. planejamento das atividades e início da ação de levantamento de dados sobre os roteiros turísticos comercializados e divulgados no território, apresentando suas principais características e aspectos de funcionamento;

  3. organização e preparação das atividades junto aos acadêmicos envolvidos; Contato com as parcerias internas e externas para apresentação da proposta; Planejamento das atividades e início da ação de levantamento de dados sobre os roteiros turísticos comercializados;

  4. investigação sobre as características e aspectos identitários dos recursos naturais e culturais usados como atrativos turísticos na divulgação dos roteiros, de maneira a conhecer se e como foram e estão sendo configurados para formar um produto turístico competitivo e sustentável;

  5. verificação o papel dos atores locais na concepção e realização dos roteiros de modo a conhecer o envolvimento destes no processo de elaboração dos roteiros existentes e aqueles em construção;

  6. reunião de um conjunto de elementos teóricos para a confecção da cartilha, tendo como premissa a construção endógena de desenvolvimento turístico, a partir de ações sustentáveis em territórios com patrimônio geológico relevante para a concepção e salvaguarda e,

  7. construção de um instrumento piloto chamado cartilha de orientação e práticas para a gestão de roteiros turísticos no território Quarta Colônia

Em termos acadêmicos, este projeto passa servir de complemento as atividades de ensino, de modo a munir os acadêmicos de conhecimento teórico-prático sobre a temática. Em termos práticos, espera-se efetivar a construção do produto Cartilha, bem como a sua aquisição pela governança local para servir como um instrumento de consulta, conhecimento, valorização do patrimônio local e significativamente, de referência para investimentos na área de turismo.

Além do produto Cartilha, os dados com tratamento analítico serão apresentados em um evento de iniciação científica e preparados para a submissão em revistas científicas na área de turismo. Portanto, o resultado trará em sua concretude, a oportunidade de tradução dos assuntos debatidos em sala de aula junto à comunidade em geral, e comprovando mais uma vez que atividades desta natureza firmam efetivamente o compromisso da Instituição Pública com a sociedade do entorno, seu desenvolvimento e bem-estar.

Essa proposta é uma das ações ligadas ao projeto “Cursos de capacitação para a Gestão de Roteiros Turísticos no território Quarta Colônia”.

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Ação: Paisagens da Colônia: arquivos no tempo e do lugar

Coordenador: Cesar De David
Status: Não-executado

A proposta tem por objetivo registrar, arquivar, salvaguardar e manter um acervo documental das paisagens coloniais, constituído de narrativas, imagens e outros meios e suportes, como forma de promoção, reconhecimento e valorização dos sujeitos do campo, sobretudo seus habitantes mais idosos, envolvendo as comunidades escolares na produção e socialização dos saberes e vivências no tempo e neste lugar. Entre os objetivos específicos destacam se:

(a) identificar e descrever as paisagens rurais, revisitando seus processos formadores, suas dinâmicas contemporâneas e suas especificidades

(b) gravar as narrativas e as imagens dos habitantes mais idosos das comunidades rurais, sobre seus antepassados, suas trajetórias, e suas vivências no tempo e do lugar, constituindo um arquivo de memórias narradas;

(c) desenvolver práticas de educação patrimonial, na universidade e nas escolas locais e regionais, reconhecendo a diversidade cultural das comunidades rurais e seus saberes tradicionais e a valorização das paisagens coloniais. A proposta articula se ao projeto estratégico Geoparque Quarta Colônia, pois suas ações circunscrevem se a sua área de abrangência, mais especificamente ao município de Silveira Martins. Pode evidenciar que as ações propostas inserem se na promoção da Educação Patrimonial, com foco nas paisagens rurais, almejando seu reconhecimento, conservação e valorização, conforme definido nos objetivos gerais e específicos elencados acima.

A proposta será desenvolvida no âmbito do NEPA _ Núcleo de Estudos da Paisagem, cuja sede encontra se no Espaço Multidisciplinar de Pesquisa e Extensão UFSM Silveira Martins, constituído de três grupos de pesquisa: GPET, PANGEA e LAGEOLAN, congregando pesquisadores do PPGGEO UFSM. As ações contam com o apoio da Secretaria de Educação e da Secretaria de Cultura, Turismo, Desporto e Eventos d o município de Silveira Martins.

Diferentes eixos de ação, interdependentes, serão constituídos para atender os objetivos e metas propostas:

  • Eixo de ação I: construção dos referenciais conceituais que subsidiarão as reflexões teóricas. Autores clássicos serão revisitados e autores contemporâneos serão estudados a fim de subsidiar a análise da real idade contemplada no espectro do projeto.

  • Eixo de ação II: Envolverá processos de sensibilização para as ações do projeto; planejamento coletivo das atividades, estudo das propostas e metodologias de ação/reflexão e avaliação coletiva do desempenho e execução das atividades, assim como da avaliação final e definição de ações futuras.

  • Eixo de ação III: Consistirá das atividades de gravação e registro das narrativas individuais dos habitantes das comunidades rurais de Silveira Martins, assim como o tratamento e arquivo do material produzido. O acervo documental e imagético das paisagens coloniais será organizado nessa etapa do projeto.

  • Eixo de ação IV: Práticas pedagógicas integradas nas escolas envolvendo as comunidades escolares e rurais, a partir dos recursos que serão criados, editados e produzidos a partir dos arquivos.

  • Eixo de ação V: Sistematização dos conhecimentos e saberes produzidos e partilhados, visando a popularização da ciência e a socialização e publicitação das descobertas, dos produtos criados e das inovações geradas.

Para cada meta estabelecida no projeto espera se alcançar um resultado, conforme o quadro:

Metas

Resultados

Indicadores

1

Produção científica na área do estudo das paisagens rurais;

1 artigo publicado;

2 e 8

Criação do arquivo das narrativas de histórias de vida;; 3

1 arquivo

3

Constituição de uma rede de educadores em exercício, licenciandos e professores universitários;

Qualitativo – articulação entre os envolvidos no projeto;

4

Consolidação do Núcleo de Estudos da Paisagem – NEPA e do Grupo de Pesquisa em Educação e Território – GPET;

Qualitativo – Reconhecimento do NEPA e GPET;

5

Participação dos acadêmicos em eventos científicos;

1 trabalho apresentado em congresso;

6

Educadores comprometidos com a salvaguarda do patrimônio cultural rural e suas paisagens;

Qualitativo – Desenvolvimento de competências e valores;

7

Produtos de divulgação das paisagens coloniais;

1 vídeo-documentário;

1 blog;

podcasts;

9

Abertura do arquivo das narrativas ao público;

Qualitativo – Acesso às narrativas;

10

Reconhecimento dos idosos como sujeitos responsáveis pela produção das paisagens coloniais;

Qualitativo – Valorização da diversidade sociocultural;

11

Salvaguarda do patrimônio rural;

Qualitativo – Valorização das paisagens da colônia.

Essa proposta é uma das ações ligadas ao projeto “Paisagens da Colônia: arquivos no tempo e do lugar”.

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Ação: Ateliê de Textos Online

Coordenadora: Cristiane Fuzer

A proposta consiste em promover, em parceria com escolas públicas, atividades remotas de leitura e produção de textos que focalizem temáticas relacionadas ao patrimônio natural e cultural da região da Quarta Colônia, especificamente no(s) município(s) em que as ações de extensão forem executadas. O objetivo é oportunizar a estudantes dos anos finais do ensino fundamental, com a colaboração de professores da(s) escola(s) parceira(s), acadêmicos de graduação e pós-graduação em Letras e Artes, coordenadora do projeto e professores colaboradores da UFSM, a vivência das etapas de um processo de produção e socialização que possibilite valorizar, divulgar e preservar, por meio da linguagem escrita e visual, as memórias da região e criar novas memórias nesse contexto natural e cultural. As ações serão realizadas de modo totalmente remoto, por meio de plataformas digitais. Em edições anteriores do Ateliê de Textos, que desde 2011 já desenvolveu ações itinerantes de extensão em escolas públicas de Santa Maria e região, tem-se constatado as contribuições deste projeto não só para o desenvolvimento da leitura e escrita por crianças e adolescentes, como também para a incrementação das relações entre a comunidade escolar, as famílias e a universidade. Além disso, a eficácia da metodologia de ensino e aprendizagem desenvolvida e implementada nas oficinas foi atestada pelo Prêmio RBS de Educação em 2013, com que o Ateliê de Textos foi contemplado na categoria projeto comunitário.

O Ateliê de Textos Online possui como parcerias internas o Laboratório de Língua Portuguesa, o Departamento de Letras Vernáculas, o Programa de Pós-Graduação em Letras, a Escolinha de Artes e o Centro de Artes e Letras.

São realizadas parcerias externas com escolas da rede pública da região da Quarta Colônia que se dispuserem a participar por meio da inscrição voluntário de alunos dos anos finais do ensino fundamental.

A equipe de trabalho está composta por graduandos, pós-graduandos e professor formador do curso de Licenciatura em Letras, graduando e professor formador do curso de Artes Visuais e professores colaboradores das escolas parceiras. Poderão participar, voluntariamente, estudantes do 6º ao 9º Ano do Ensino Fundamental, mediante autorização dos pais/responsáveis e declaração de acesso a recursos tecnológicos para as interações virtuais e recebimento de materiais e tarefas via plataformas Google Meet, Google Classroom, e-mail, WhatsApp e plataformas de podcast. Os alunos beneficiados vivenciarão as etapas de produção textual por meio do Ciclo de Ensino e Aprendizagem (ROSE e MARTIN, 2012) na perspectiva da Linguística Sistêmico-Funcional, incluindo atividades de contação de estórias, de leitura e análise linguística com apoio de caderno didático e oficina de desenho para ilustração dos textos. O trabalho culminará na publicação de uma coletânea no formato e-book e, se possível, impressa, além de podcasts.

Cronograma geral de atividades:

ago. e set. 2020 – formação e preparação da equipe de trabalho em reuniões virtuais, estudo teórico-metodológico, contatos com as escolas por meios digitais, planejamento das atividades remotas e produção de material didático; inscrição dos alunos participantes e contato com pais/responsáveis.

out. a dez. 2020 – realização das atividades de leitura, escrita e reescrita (conjunta e individual), de desenho e/ou fotografia (conforme o gênero textual a ser usado), organização da coletânea.

jan. 2021 – revisão, diagramação e publicação da coletânea em formato e-book e, se possível, impresso e podcasts.

Os impactos esperados se evidenciarão na ampliação da consciência linguística dos participantes para a negociação de significados, no fortalecimento das relações interpessoais e no aprimoramento de metodologias fundamentadas em pesquisas consolidadas em Linguística Aplicada e Artes Visuais. Espera-se que a integração dos atores sociais da universidade, das escolas e do seu entorno social amplie o reconhecimento dos potenciais locais e o pertencimento a uma cultura preservada a partir do uso da linguagem escrita e artística como recurso para preservação e valorização de memórias da Quarta Colônia, contribuindo para maior visibilidade dos patrimônios natural e cultural por meio da produção e socialização de textos autorais. Espera-se também que as ações contribuam para a formação inicial e continuada de professores nas áreas envolvidas, oportunizando o acesso, conhecimento e utilização de estratégias e recursos tecnológicos para ensino não presencial, tão necessário no contexto atual.

Essa proposta é uma das ações ligadas ao projeto “Ateliê de Textos: práticas orientadoras para produção e avaliação de textos na perspectiva sistêmico-funcional”.

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Ação: Turismo rural, cultural e religioso: uma convergência possível no roteiro dos capitéis

Coordenadora: Dalva Maria Righi Dotto

O projeto contempla uma parceria com a Prefeitura do município de Nova Palma para o reconhecimento dos capitéis existentes (40 capitéis, a maioria localizado na área rural) como patrimônio cultural, religioso e arquitetônico e sua utilização como potencial de atração de turistas ao referido Município. Com esta perspectiva, o objetivo geral é ampliar as atividades relacionadas ao turismo no município de Nova Palma e os objetivos específicos:

(a) verificar da situação atual dos capitéis existentes em Nova Palma;

(b) realizar o mapeamento, caracterização e georreferenciamento destes capitéis;

(c) estruturar roteiros turísticos, utilizando como principal atrativo os capitéis; e,

(d) elaborar material de divulgação desse patrimônio, através da elaboração de mapas temáticos, folders, banners, encontros com a comunidade e da editoração de um e-book.

Os procedimentos metodológicos incluem:

(a) pesquisa documental e bibliográfica sobre a história da construção dos capitéis na Itália e no Brasil e a existência de roteiros turísticos que utilizem como principal atrativo turístico os capitéis existentes nos espaços rurais;

(b) pesquisa de campo, para o mapeamento, caracterização, georreferenciamento e registro fotográfico dos capitéis existentes em Nova Palma;

(c) processamento e análise das informações coletadas e

(d) de estruturação de roteiros e de divulgação, com a participação de agentes da Prefeitura de Nova Palma e da comunidade.

O Projeto contempla a temática “Geoparques e Turismo”, pois é uma ação que tem o intuito de valorizar o patrimônio cultural para o fortalecimento do potencial turístico e de toda a cadeia produtiva ligada ao setor de turismo do Geoparque Quarta Colônia.

A Prefeitura do município de Nova Palma, através do setor de turismo, é parceira deste Projeto e realiza conjuntamente as atividades de planejamento das ações, logística de transporte dentro do município e outras atividades que possam ser executadas pelos integrantes do referido setor, principalmente referente à divulgação dos roteiros e a busca de parceiros no setor privado para financiamento do e-book.

Atividades e período de realização:

  • levantamento sobre a história dos capitéis, caracterização e registro fotográfico. Este trabalho iniciou em 2019 e se pretende dar andamento em 2020;

  • estruturação dos roteiros turísticos (de maio a setembro 2020);

  • elaboração de material de divulgação – elaboração de mapas temáticos, folders, banners e editoração de um e-book – (de agosto a dezembro 2020).

A pretensão do Projeto é a utilização dos capitéis existentes no município de Nova Palma como propulsores do desenvolvimento da atividade turística do Município, através da estruturação de roteiros e de divulgação, através da elaboração de mapas temáticos, folders, banners, encontros com a comunidade e da editoração de um e-book. O roteiro possuirá características que congregam o turismo rural, pois trata-se de uma atividade na área rural do Município, com agentes locais que dão suporte à atividade, turismo cultural por ter como atrativo principal os capitéis que representam um patrimônio arquitetônico relacionado à cultura dos habitantes e o turismo religioso que pode ser explorado pela peculiaridade do patrimônio estar diretamente relacionado com religiosidade, mais precisamente, à religião católica. Acrescenta-se a estas particularidades o ambiente natural que permeia o itinerário, com mata nativa, montanhas, riachos e a serenidade típica dos espaços rurais. Destaca-se que o roteiro está sendo desenvolvido por iniciativa do poder público do referido Município, com a participação da iniciativa privada, principalmente na oferta de atividades correlatas para a formação do produto turístico, tais como gastronomia típica da região, artesanato e manifestações culturais e artísticas oriundas dos habitantes da região, que, ainda atualmente, em sua maioria são descendentes de italianos. Complementarmente será publicado um e-book para registrar, de forma permanente, a existência e a importância deste patrimônio, atualmente “esquecido”, na área rural do município de Nova Palma.

Essa proposta é uma das ações ligadas ao projeto “Turismo rural, cultural e religioso: uma convergência possível no roteiro dos capitéis”.

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Ação: Geoparques: Laboratório de Negócios

Coordenadora: Debora Bobsin

A presente ação de extensão tem como objetivo capacitar empreendedores para a construção e desenvolvimento de empreendimentos e negócios que realmente transformem e realidade local, gerando renda e contribuindo para o fortalecimento dos Geoparques. Desta forma, para que essa ação de extensão alcance seu propósito que é: dar suporte aos negócios dos territórios dos Geoparques Quarta Colônia e Caçapava do Sul por meio de atividades formativas e capacitações. Este projeto pretende integrar os acadêmicos da UFSM em ações de extensão que contribuam para o desenvolvimento dos negócios, difundido as particularidades desses empreendimentos e contribuindo para o desenvolvimento local. A presente proposta busca atuar como suporte a governança dos Geoparques no que envolve a área de desenvolvimento do empreendedorismo e fortalecimento dos negócios locais. Para isso, é preciso fortalecer as iniciativas empreendedoras e profissionalizar os negócios a partir de capacitações, instrumentalização, suporte conceitual e auxílio técnico.

Como parceiros do projeto temos o SEBRAE, a ACIC (Associação Comercial de Caçapava do Sul), a UNIPAMPA, o CONDESUS Quarta Colônia, a AGEOTUR (Associação para o Desenvolvimento do Geoturismo de Caçapava do Sul), as Empresas Júniores da UFSM e a “Nós – Rede de Apoio a Trabalhadores e Microempreendedores”.

A presente proposta tem como meta realizar duas capacitações online para cada um dos Geoparques sobre temáticas referentes a negócios e gestão (marketing digital, planejamento, gestão de equipes, atendimento ao público, etc.). As temáticas das capacitações serão definidas conforme as demandas e prioridades dos territórios. Para cada formação serão desenvolvidos materiais didáticos específicos e voltados para a realidade local.

Em resumo, a metodologia do Laboratório de Negócios compreende as seguintes ações:

  • Instrumentalização acerca das temáticas centrais do projeto.

  • Mapeamento do perfil dos empreendedores da região: mapear o perfil dos empreendedores, bem como observando suas necessidades em termos de capacitações e auxilio técnico. O mesmo deverá ser realizado para empreendedores sociais da região, a fim de ampliar o público-alvo dos cursos de capacitação e das ações de suporte técnico do Laboratório.

  • Organização e realização das capacitações, construção do material didático a ser utilizado.

  • Suporte técnico aos empreendedores: ações de consultoria e de suporte aos negócios, vivenciando o cotidiano organizacional e contribuindo com as soluções e estratégias para os problemas observados.

  • Elaboração de relatórios, análise dos resultados e divulgação das ações – análise dos resultados alcançados, bem como apresentação pública dos mesmos.

O Laboratório busca contribuir com a formação e o desenvolvimento dos empreendedores, reforçando a possibilidade de construir o desenvolvimento econômico a partir de um novo paradigma e de iniciativas coletivas. Espera-se que o envolvimento com as ações do projeto, permita aos acadêmicos aliarem a teoria à prática, preparando-os para oportunidades de trabalho diferenciadas. No que tange a contribuição e ao papel das universidades para esta mudança, é necessário reforçar que o relacionamento entre universidade e comunidade se dá também por meio de iniciativas sociais, destinadas a melhorar a vida da comunidade e dos cidadãos, dentro e fora do ambiente acadêmico. E esta nova configuração das relações de extensão entre universidade e sociedade que se evidencia a premente necessidade de acabar definitivamente com o mito de que na área social não se inova. Os objetivos desta proposta articulam os conceitos de empreendedorismo e cidadania.

Essa proposta é uma das ações ligadas ao projeto “Geoparques: Laboratório de Negócios”.

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Ação: Complementação da Maquete do Geoparque Quarta Colônia como ferramenta didática do Centro Interpretativo

Coordenador: Dilson Nicoloso Cecchin

A maquete física, em terceira dimensão (3D), do Geoparque Quarta Colônia (GQC) serve como uma ferramenta à interpretação do espaço geográfico. Ela se encontra no Centro Interpretativo, em uma sala cedida pelo Centro de Apoio a Pesquisa Paleontológica da Universidade Federal de Santa Maria, CAPPA/UFSM, no município São João do Polêsine e, representa uma ferramenta didática ao público visitante.

A maquete torna mais acessível interpretar os dados nela contidos, por isso uma ferramenta didática relevante. Para o ensino, auxilia na compreensão de temas com elevado grau de dificuldade e abstração, por exemplo: as curvas de níveis; torna possível a leitura de mapas e cartas hipsométricas (o relevo); facilita atingir uma das finalidades básicas, a interpretação patrimonial, natural e cultural; além de promover a inclusão de pessoas portadoras de deficiência visual, parcial ou total, através da manipulação tátil. Portanto, os objetivos do presente projeto são:

a) Concluir a parte física da maquete, acrescentando legendas técnicas, escalas, principais geomonumentos e geossítios; locais geomorfológicos; denominação das áreas urbanas; divisões municipais, representação das camadas geológicas, etc.

b) Produzir material interpretativo que auxiliem na compreensão da maquete: banners, folders, etc.

Essas ações pretendem contribuir para fortalecer a implantação e a consolidação do Geoparque Quarta Colônia.

A presente proposta conta com a parceria do Centro de Apoio a Pesquisa Paleontológica – Cappa-UFSM, que gentilmente cedeu uma sala para abrigar o Centro Interpretativo do Geoparque Quarta Colônia, onde está alocada a maquete do território do Geoparque.

Para o ano corrente pretende-se concluir a execução da maquete, que conta hoje com cerca de 60% concluída. Portanto, pretendemos complementar a execução da maquete, com as seguintes ações:

  1. Aplicar legendas técnicas e escalas;

  2. Localizar na maquete os principais geomonumentos e geossítios;

  3. Apontar os locais geomorfológicos;

  4. Denominar as áreas urbanas e as divisões municipais;

  5. Representar na maquete as camadas geológicas;

  6. Elaborar material didático para os visitantes.

A presente ferramenta pretende levar informações à comunidade escolar e o público em geral, demonstrando de forma didática e sensorial uma fotografia em três dimensões do seu território. Espera-se que essa proposta cause impacto na população, levando a reflexão e discussão do tema Geoparque. E como consequência, se tornar um facilitador na interpretação, reconhecimento e apropriação do seu território. A partir da apropriação, esperamos que se consolide a conscientização da conservação do território.

Essa proposta é uma das ações ligadas ao projeto “Complementação da Maquete do Geoparque Quarta Colônia como ferramenta didática do Centro Interpretativo”.

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Ação: Planejamento ambiental da Quarta Colônia: motivando a comunidade pela implantação de um Geoparque

Coordenador: Edson Luiz Bortoluzzi da Silva

Objetivo Geral: conhecer e aplicar as variáveis intervenientes na atividade de planejar o território regional e possibilitar aos alunos praticar em uma situação real os ensinamentos do Curso de Arquitetura e Urbanismo, e demais áreas envolvidas, através de suporte conceitual e metodológico ao CONDESUS para a execução de atividades relacionadas a elaboração de um Plano de Desenvolvimento Regional que relacione e articule os projetos de extensão vinculados ao Projeto Institucional do Geoparque da Quarta Colônia e as atividades e ações empreendidas pela comunidade regional, com ênfase na implantação do Geoparque da Quarta Colônia.

Objetivo Específicos: atualizar o diagnóstico da realidade regional; verificar a pertinência das políticas, programas e projetos propostos em 2009; propor a institucionalização da Região da Quarta Colônia; auxiliar a PRE na articulação dos projetos de extensão desenvolvidos no âmbito do Projeto Geoparque Quarta Colônia; elaboração, por meio de metodologia participativa, um Plano de Desenvolvimento Regional, que vise o desenvolvimento sustentável e endógeno da região, fundamentado no conceito de GEOPARQUE; definir as bases de um Sistema Regional de Informações Geográficas, visando a implantação e gestão do Geoparque da Quarta Colônia, bem como a acreditação do referido título por parte da UNESCO.

Este projeto possui como parceria externa o Condesus da Quarta Colônia e, como parcerias internas, os Departamentos de Arquitetura e Urbanismo, Direito, Sociologia, Economia, Engenharia Rural e Laboratórios de Urbanismo, de Geomática e de Geoprocessamento.

As ações previstas para o ano corrente são as seguintes:

1. Atualização do diagnóstico da realidade regional realizado entre anos de 2007 e 2010.

2. Verificação da pertinência, atualidade e aplicabilidade das políticas, programas e projetos propostos no referido projeto de extensão como diretrizes para o desenvolvimento regional;

3. Pesquisa, proposição e realização dos procedimentos necessários para implementação institucional da Região da Quarta Colônia.

4. Auxilio à Pró-reitora de Extensão no desenvolvimento do Projeto Institucional do Geoparque da Quarta colônia, especificamente no que diz respeito a elaboração de um Plano de Desenvolvimento Regional que insira as ações desenvolvidas por meio dos projetos de extensão vinculados ao FIEX/Geoparque nas suas diretrizes, políticas, programas e projetos;

5. Envolvimento da comunidade regional, por meio de audiências públicas, em uma metodologia participativa de elaboração de um Plano de Desenvolvimento Regional que vise o desenvolvimento sustentável e endógeno da região, fundamentado no conceito de GEOPARQUE;

6. Planejamento de um Sistema Regional de Informações Geográficas, fundamentado no uso de geotecnologias de baixo custo e fácil atualização, que permita gerenciar a Base Cartográfica e o Banco de Dados Espaciais contendo a infraestrutura e as atividades econômicas, culturais, sociais, científicas, turísticas e etc., visando a implantação e gestão do Geoparque da Quarta Colônia, e acreditação pela UNESCO.

Almeja-se, como impacto e transformação social, a conscientização da importância do processo de planejamento e gestão participativa por parte da comunidade; apropriação de métodos e técnicas de planejamento e gestão por parte dos servidores públicos e entes privados envolvidos; entendimento da comunidade em relação a necessidade de implantação, pelos agentes privados e públicos, administrações municipais e CONDESUS, dos programas, políticas e projetos previstos no plano de desenvolvimento regional; internalização do processo de tomada de decisão, da importância da implantação de Banco de Dados Informatizado e de Sistema de Informações Geográficas Regionais, bem como da atualização sistemática dos dados e da base cartográfica regional, para a obtenção do título de Geoparque da Quarta Colônia, por parte da UNESCO; preparação da região e os municípios para a implantação do Geoparque, por meio da definição de ações capazes absorver os impactos advindos de sua implantação, especialmente em relação ao geoturismo.

Essa proposta é uma das ações ligadas ao projeto “Planejamento ambiental da Quarta Colônia: motivando a comunidade pela implantação de um Geoparque”.

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Ação: Geoparque – Polifeira

Coordenador: Gustavo Pinto da Silva

A Polifeira do Agricultor é um projeto de extensão que se realiza na Universidade Federal de Santa Maria desde o ano de 2017. O objetivo é que as questões alimentares sejam trazidas para serem discutidas dentro dos espaços de discussão da Universidade Federal de Santa Maria, seja por meio de atividades de ensino, pesquisa e extensão. O desenvolvimento da feira envolve agricultores, estudantes, docentes, consumidores e parcerias internas e externas se transformando em uma experiência que vem sendo replicada em outros municípios e mesmo em outras universidades. O objetivo dessa ação é criar um espaço com as mesmas características da Polifeira, mas também fomentar outras formas de comercialização direta, com o foco sobre as experiências desenvolvidas a partir do Projeto Geoparque. Dessa forma, espera-se colocar em contato as experiências com o grande público de consumidores seja de Santa Maria ou outros da região, com vistas a promover o fortalecimento ou mesmo a reconstrução da relação campo cidade, tirando-as do anonimato. Dado a situação criada a partir da pandemia, a primeira proposta do projeto que era a criação da feira livre Polifeira – Geoparque dentro da Antiga Reitoria, fica adiada. Nesse sentido a proposta é identificar empreendimentos, para desenvolver as ações de fomento no futuro. Na medida em que o Geoparques se configuram como territórios, cujos patrimônios natural e cultural são preservados e utilizados de forma sustentável para gerar desenvolvimento na comunidade em que se encontram, nada melhor do que encontrar ações para fortalecer parcerias mais coesas com a comunidade, dentro de uma perspectiva de que seja uma estratégia local-regional e articulada. A proposta geral é identificar, mobilizar e catalogar empreendedores para que feira Geoparque – Polifeira possa ser realizada no futuro, mas também que possam ser fomentadas outras iniciativas de comercialização aos empreendimentos da Quarta Colônia alinhados com o projeto Geoparque, quer seja a venda no estabelecimento. De qualquer forma, essa era uma etapa importante para que o projeto acontecesse.

Para o desenvolvimento do projeto será necessário identificar primeiramente o conjunto de empreendedores do território que estão alinhados com o Projeto do Geoparque, mas também parcerias externas. Num primeiro momento é necessário identificar os empreendedores, e para tal serão necessários identificar esses agentes parceiros. Eles serão o caminho para fazer chegar até os demais.

O projeto deve começar por uma identificação e mobilização dos parceiros locais e lançamento do projeto, que deve ocorrer com auxílio do Comitê Gestor do Projeto Geoparque. A mobilização das parcerias compreende especialmente fazer essas informações chegar as organizações locais, especialmente Escritórios Municipais da Emater/RS-ASCAR, Secretarias Municipais, Sindicatos Rurais, dentre outros. Deve haver um processo de comunicação entre as partes, já que a região é sabidamente grande.

A partir dessa mobilização espera-se chegar aos empreendedores de forma a cadastrar e georreferenciar. Essa fase está relacionada a construir um questionário dos empreendedores, de modo a ter um perfil dos mesmos. Entre as informações importantes encontra-se a dos produtos que esses agricultores trabalham, como vendem, da necessidade ou não de processos de registro em órgãos como vigilância sanitária ou Serviços de Inspeção, dentre outros. A partir daí, será possível desenhar um perfil desses negócios, que será base para ações futuras de fomento a comercialização. Também pretende-se desenvolver mapas da região a partir de sua geolocalização dos empreendimentos.

O principal resultado esperado do projeto é tirar do anonimato as experiências e ações desenvolvidas no território do Geoparque – Quarta Colônia de Imigração Italiana. Espera-se além de mobilizar recursos financeiros que serão internalizados na comunidade, também fazer com que mais pessoas se interessem em conhecer o território. Será uma forma de comercializar produtos, mas também e especialmente serviços propiciados por aquela comunidade. O Território do Geoparque tem um conjunto de atrativos que permite que as pessoas participem mais dessa região, resgatando memórias e desenvolvendo atividades que podem compor a ajudar a fortalecer o turismo local. Outro impacto é em relação ao fortalecimento do projeto Geoparque dentro da UFSM. Acredita-se que atividades em conjunto a exemplo do que está se propondo, tece a rede que fortalece o grupo de docentes, estudantes, empreendedores e as parcerias no sentido do cuidado com um projeto dessa magnitude.

Essa proposta é uma das ações ligadas ao projeto “Feira Livre do Politécnico”.

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Ação: Programa de Extensão: Formação Continuada em Alfabetização e Currículo: Desafios Contemporâneos

Coordenadora: Helenise Sangoi Antunes

O Programa de Extensão “Formação Continuada em Alfabetização e Currículo: desafios contemporâneos” originou-se a partir da experiência de formação continuada construída pelo Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Formação Inicial, Continuada e Alfabetização – GEPFICA e também através do produto intitulado “Proposta Formativa: Tessituras Curriculares para a Alfabetização”, proveniente do Mestrado Profissional em Políticas Públicas e Gestão Educacional de autoria da Profª. Msª. Cármen Maria França da Silva, sob a orientação da Profª. Drª. Débora Ortiz de Leão.

Unindo os conhecimentos das áreas das pesquisadoras envolvidas nas temáticas de Alfabetização e Currículo juntamente à necessidade de formação continuada dos professores das redes de ensino do país (oriunda em função da pandemia), construímos este Programa de Extensão, com vistas a ser realizado por meio de plataformas educacionais, tanto de forma híbrida (presencial e digital) quanto de forma digital – através do Google Classroom e/ou Hangouts Meet – nos servindo de suporte para compartilhar atividades, transmitir vídeos do tipo webinar etc.

Este programa possui os seguintes objetivos:

– Construir estratégias teórico-metodológicas para atender as demandas de formação continuada de professores nas temáticas de alfabetização e currículo;

– Valorizar a profissão de professor e seus saberes através da criação de estratégias teórico-metodológicas que fortaleçam a autonomia do professor;

– Fortalecer a identidade docente e o pertencimento com a teoria/pratica da educação patrimonial;

– Discutir as implicações de políticas curriculares como a Base Nacional Comum Curricular no cotidiano da sala de aula e nos processos formativos de professores.

O programa supracitado é composto por quatro módulos de estudos, organizados da seguinte forma:

Apresentação do Grupo de Estudo e Pesquisas sobre Formação Inicial, Continuada e Alfabetização – GEPFICA.

Módulo 1 – Memórias de alfabetização e alfabetização no cenário atual;

Módulo 2 – BNCC, Referencial Curricular Municipal; Currículo, política e alfabetização;

Módulo 3 – Alfabetização documentação pedagógica; e

Módulo 4 – Práticas Alfabetizadoras. Este programa é ofertado de forma gratuita aos municípios e poderá contar ainda com outras atividades formativas realizadas pelas integrantes (palestras, webconferências, etc) e poderão ser incorporadas novas temáticas e outros módulos conforme as demandas oriundas das realidades envolvidas. 

Essa proposta é uma das ações ligadas ao Programa de Extensão “Formação Continuada em Alfabetização e Currículo: desafios contemporâneos”.

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Ação: Arte e Luzes: aprendendo com cinema, música e literatura

Coordenadora: Ivana Ferigolo Melo

Não há muito tempo, com a finalidade do descanso, do encontro, da troca, da diversão, os habitantes da Quarta Colônia de Imigração Italiana promoviam, entre outras coisas, o que chamaram de “Noite de Filó”. Com as mudanças sociais trazidas pela tecnologização do mundo, da agricultura e de uma redefinição das formas de trabalho e de relacionamentos, as “Noites de Filó” foram rarefazendo-se (extinguindo-se) e os encontros, as trocas, mermando. Partindo do pressuposto de que o resgate da cultura e a ampliação de suas arestas são ações de suma importância para a preservação da memória, para a constituição da identidade de um povo e determinantes para a escolha de seus modos de vida, de atuação social, política, humana, ambiental, o objetivo geral dessa ação é constituir grupos de estudos com alunos e professores do curso de Letras e de outros cursos da UFSM, produzir pesquisas sobre Cinema, Literatura, Música e sobre o papel e a importância da cultura para a educação (formal e informal) e para a formação humana. Produzir e oferecer, a partir dos referidos estudos, à comunidade da Quarta Colônia atividades trimestrais intituladas de “Café Cultural” (exibições trimestrais de cinema, música e literatura seguidos de debate e confraternização), a fim de desenvolver (resgatar) os hábitos dos encontros humanos em seus próprios territórios, produzir reflexões, por meio do cinema, música e literatura, sobre a importância da região, da vida comunitária, da preservação ambiental e da qualidade de vida atrelada a modelos comunitários e preservacionistas. Almeja-se, portanto, colocar alunos e professores do curso de Letras e de outros cursos da UFSM em diálogo com a comunidade da Quarta Colônia, para que os conhecimentos produzidos na Universidade alcancem, ao cruzar os muros da instituição, outros públicos, promovendo o resgate da cultura, a valorização do local, concretizando, assim, ações de extensão universitária. Nesse sentido, essa proposta afina-se a duas linhas de ações presentes no edital 001/2020 – GEOPARQUES: a 2.1.2 Geoparques e Educação e a 2.1.4 Geoparques e Cultura.

Como parceria interna, temos a Pró-reitoria de Extensão e, como externa, temos as Secretarias de Desporto e de Turismo e/ou Secretarias de Educação e Cultura das cidades de Ivorá e Silveira Martins que responsabilizaram-se pela cedência e preparação dos espaços para a realização das atividades chamadas “Café Cultural”, pela divulgação das ações e pelo estímulo à participação.

As atividades do projeto previstas para o ano de 2020 são:

  • Realização de grupos de estudos e de reuniões mensais para a escolha de textos literários, para a confecção de roteiros de debates e para a preparação das dramatizações de textos literários;

  • Maio de 2020: Contato com setores da UFSM responsáveis para requerimento de transporte para divulgação da proposta de extensão junto aos setores responsáveis das prefeituras de Silveira Martins e de Ivorá e deslocamento para esses municípios com o objetivo de apresentação da proposta de extensão, de acordar as incumbências dos órgãos envolvidos (UFSM e Municípios) na ação e de definição de datas das ações do “Café Cultural”;

  • Realização do “Café Cultural” na Cidade de Silveira Martins;

  • Realização do “Café Cultural” na cidade de Ivorá.

 

Espera-se, com o desenvolvimento das ações do projeto no ano de 2020, que se instale, nessas duas cidades da Quarta Colônia, um anseio de recuperar experiências passadas, como as do encontro comunitário, do cultivo da culinária local, da troca, da conversa, a partir de atividades culturais. Almeja-se, ainda, que a população dos locais onde serão realizadas as ações sintam-se estimuladas a criar e/ou apresentar sua própria arte em posteriores edições do “Café Cultural” e que se sensibilizem, a partir do encontro humano e do contato com a arte, sobre a importância da memória, da recuperação de hábitos culturais quase extintos para o bem viver, da preservação do meio ambiente para formas de vida saudáveis e de economias mais sustentáveis, da valorização do local e da identidade cultural para um melhor conhecimento de si e do outro e para a diminuição da evasão desses territórios, da importância do contato com o outro e da cultura, do exercício da sensibilidade e do intelecto via arte, para o melhoramento da educação e fomento do conhecimento.

A coordenadora do projeto é responsável pela execução de medidas de biossegurança em prevenção ao Covid-19 para preservação da saúde dos participantes e extensionistas, em caso de encontros presenciais.

Essa proposta é uma das ações ligadas ao projeto “ARTE E “LUZES”: aprendendo com cinema, música e literatura”.

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Ação: Geoparquilombos

Coordenador: José Luiz de Moura Filho

Nos territórios sobre os quais incide a proposta à UNESCO, de candidatura como Geoparques – na região central do RS – existem, pelo menos, 8 localidades identificadas como sendo remanescentes de antigos quilombos, cujos processos de regularização fundiária se encontram em distintas fases.  Para aquela organização, que pauta suas decisões pelo respeito ao chamado direito à diferença, característica maior do Direito Internacional do Reconhecimento – DIR, que está na base das Políticas inclusivas trazidas pela Constituição Federal de 1988, a manifestação de populações tradicionais sobre a proposta é, por certo, um dos critérios, se não determinante, no mínimo preponderante. Assim, a Consulta Prévia, Livre e Informada – CPLI, prevista na Convenção 169, da Organização Internacional do Trabalho – OIT é instrumento indispensável na trajetória para certificação e consolidação do território como tal.  

  

Para que tal consulta corresponda aos adjetivos que a denominam, indispensável aferir-se acerca da efetivação de uma série de normas (editadas a partir do advento da CF 1988, especialmente do artigo 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias – ADCT), muitas de natureza setorial – como aquelas referentes à saúde e educação -, algumas delas ainda não apropriadas pelos gestores locais, o que implica, inclusive, em perda de receita, o que soa preocupante, mormente numa situação de crise econômica e, agora, sanitária. 

   

Assim, a ação proposta visa identificar as Políticas Públicas – especialmente sociais – em vigor, voltadas às comunidades quilombolas, com vistas a orientar os gestores públicos e capacitar lideranças comunitárias e membros de Colegiados cujas competências têm afinidade com as temáticas, a fim de que aquelas sejam efetivamente executadas nos territórios, podendo mesmo ser estabelecidas de forma consorciada, para otimização dos recursos, sempre escassos. 

 

Como parceiros do projeto, temos: 

  • Coletivo Ara Dudu/Incubadora Social 

  • Coordenadoria de Política de Igualdade Racial/Caçapava do Sul 

  • Associação Quilombola Vovô Geraldo/Restinga Seca 

  • Associação Quilombola Santa Isabel/Nova Palma 

  • Associação Quilombola Picada das Vassouras 



As ações previstas para o ano corrente, se encontram a seguir: 

1) Caracterizar, do ponto de vista das condições socioeconômicas, as comunidades quilombolas existentes no território; 

2) Elencar as Políticas Públicas (especialmente sociais) previstas na legislação – inclusive internacional – potencial ou efetivamente incidentes no território; 

3) Identificar quais das Políticas Públicas elencadas se encontram em execução nos territórios municipais e acompanhá-las; 

4) Capacitar as lideranças comunitárias para demanda e acompanhamento das ações previstas nas Políticas Públicas setoriais/territoriais pertinentes às comunidades quilombolas; 

Já no curto prazo, prevê-se a identificação das oportunidades, em termos de geração de renda, que a proposta de um Geoparque em territórios com presença de povos tradicionais enseja. 

A médio prazo, imagina-se a consolidação dos territórios, nos moldes previstos na legislação de regularização fundiária, ou seja, espaços coletivos de preservação da memória e da cultura negra, com qualidade de vida. 

Por fim, a longo prazo, espera-se que a apropriação, pelos membros das comunidades quilombolas, das informações sobre a estrutura e funcionamento dos mecanismos de efetivação das Políticas Públicas de que são – potencial ou efetivamente – beneficiários, lhes permita exercer o papel que lhes cabe, ou seja, mais do que apenas expectadores, atores de sua própria trajetória, rumo à consolidação de um projeto de Geoparque enquanto território inclusivo, no sentido de que o mesmo se apresente como um suporte físico/cenário em que as relações sociais se desenvolvam com respeito às diferenças, especialmente culturais. 

Essa proposta é uma das ações ligadas ao projeto “Núcleo Interdisciplinar de Interação Jurídica Comunitária”.

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Ação: Museu Virtual CAPPA: imersão e interatividade para educação e divulgação científica em Paleontologia

Coordenadora: Laura Storch

O projeto tem como proposta o desenvolvimento de um museu virtual para o Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia (CAPPA/UFSM). Considerado como ferramenta de educação e divulgação científica, o Museu virtual de Paleontologia da Quarta Colônia tem como objetivo central ampliar as oportunidades de divulgação das pesquisas realizadas no CAPPA, inserindo-as em contexto de educação presencial e à distância. Além disso, o museu permitirá maior visibilidade para a região do Geoparque Quarta Colônia, no Rio Grande do Sul – que compreende os municípios de Agudo, Dona Francisca, Faxinal do Soturno, Restinga Seca, São João do Polêsine, lvorá, Silveira Martins, Nova Palma e Pinhal Grande. O projeto prevê o planejamento e implementação de uma plataforma virtual interativa e imersiva, em que os visitantes (em especial crianças e adolescentes do ensino fundamental e médio) poderão conhecer as particularidades da região paleontológica da Quarta Colônia e interagir com os conhecimentos produzidos pelo CAPPA sobre a vida no período Triássico.

O projeto prevê a atuação interdisciplinar do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia, do Laboratório de Experimentação em Jornalismo, do Grupo de Pesquisa Design, Ciência e Tecnologia e do Grupo de Pesquisa Estudos em Jornalismo – todos da UFSM. A partir da mediação destes agentes, as atividades propostas preveem a atuação de outras áreas do conhecimento, como Sistemas de Informação, Ciências da Computação, Relações Públicas, Patrimônio Cultural e Tecnologias educacionais.

Entre as ações previstas para desenvolvimento no ano corrente estão: a elaboração de estudos técnicos para a construção de uma arquitetura informacional sobre o Cappa e sobre a região paleontológica da Quarta Colônia; a primeira etapa de modelagem digital do acervo do Cappa, para compor o catálogo digital do museu virtual; a roteirização das primeiras exposições virtuais do museu, a partir dos públicos visitantes previstos; a concepção e desenvolvimento de uma primeira interface de acesso ao museu; a construção das estratégias de interatividade, considerando distintas faixas etárias e níveis de escolaridade, com foco em educação para ciência; a produção de conteúdos especializados em multimídia e hipermídia sobre o Cappa e a região paleontológica da Quarta Colônia.

O projeto parte de uma demanda real da sociedade. As visitas das escolas da região são um indício relevante sobre a importância desse material para a educação científica. A expansão das visitas a partir de plataformas virtuais busca o incentivo ao desenvolvimento científico da paleontologia na região, e seu reconhecimento social como parte do patrimônio nacional. Além disso, a criação de uma plataforma virtual de livre acesso vai permitir divulgar a coleção científica do CAPPA em larga escala, favorecendo um maior intercâmbio com a comunidade científica. Neste sentido, o museu virtual tem também o potencial de impulsionar colaborações científicas, sobretudo com paleontólogos de grupos de pesquisa geograficamente distantes do CAPPA. Assim, como resultados esperados estabelecemos: a) a disponibilização das plataformas do Museu Virtual CAPPA para a comunidade; b) a inserção do Museu Virtual CAPPA como ferramenta de ensino nas escolas de ensino fundamental e médio, nacionalmente; c) a expansão da visibilidade do CAPPA e da região da Quarta Colônia, e seu reconhecimento como ambiente de preservação cultural e ambiental.

Essa proposta é uma das ações ligadas ao projeto “Museu Virtual CAPPA: imersão e interatividade para educação e divulgação científica em Paleontologia”.

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Ação: Divulgação de práticas Lean para a redução de desperdícios e melhoria da qualidade em empresas

Coordenador: Leander L. Klein

A presente ação de extensão, faz parte das metas do projeto de extensão n. 048078, tem como objetivo a aplicação de conceitos sobre práticas e ferramentas Lean para auxílio a gestores de pequenas empresas para reduzirem disperdícios em suas atividades. Como uma das bases da filosofia de “pensamento Lean” é a agregação de valor ao produto ou serviço com foco no cliente, outro objetivo dessa ação é melhorar a qualidade dos serviços e produtos prestados pelas empresas à comunidade.

A relação dessa ação com a proposta Geoparques da Quarta Colônia se dá pelos seguintes aspectos: (1) especificamente pela atenção à sustentabilidade (nesse caso, pela redução de desperdícios); (2) pelo respeito ao modo de vida tradicional (nessa ação, ao buscar a valoriação do cliente e da comunidade e a melhoria da qualidade a partir disso); e (3) pelo respeito aos seus direitos, seus saberes e a sua dignidade, caracterizadas nessa ação pela disseminação de novas práticas e ferramentas de gestão que venham a agregar valores e conhecimentos aos já difundidos naquela região.

São estabelecidas parcerias com as prefeituras e CDLs de cada cidade da Quarta Colônia.



Como ações previstas para o projeto, tem-se:

  • Realização de 3 Minicursos sobre a temática da ação, com disponibilização de material didático sobre o tema e suporte de 3 docentes e 1 bolsista.*

*Estes Minicursos serão abertos ao público interessado e serão realizados em locais a serem definidos conforme a próximidade entre os municípios (o objetivo é facilitar o acesso do maior número de participantes).

  • Retorno da equipe aos municípios para consolidação de práticas que se identificaram como mais aplicáveis para maioria dos gestores e empresários participantes.**

**Nesse retorno pretende-se visitar cada município individualmente e auxiliar os participantes nas práticas aprendidas e conhecidas nos Minicursos.



As ferramentas e práticas Lean tem sido amplamente utilizadas em grandes empresas e organizações, sejam elas públicas ou privadas. Sua aplicabilidade não se restringe a elas. Micro e pequenas empresas também podem reduzir desperdícios, agregar valor ao cliente e melhorar a qualidade de seus produtos e serviços por meio da aplicação dessas práticas ou ferramentas (por exemplo, os 5S). Tendo isso em mente, essa ação:

  • Permitirá que as pequenas empresas da região obtenham mais lucros, seja pela redução de derperdícios ou pela melhoria de qualidade dos produtos;

  • Gerará um impacto nas economias locais, uma vez que espera-se que a comunidade passe a visualizar as melhorias geradas nas empresas locais, e compre mais produtos na região;

  • Impulsionará a responsabildiade social e ambiental, por meio de práticas condizentes ao modo de vida tradicional e alinhadas a alguns ODS; e

  • Disseminará e estimulará a cultura do aprendizado em uma região caracterizada por cidades e empresas pequenas, que possuem mais dificultade para tal.

Essa proposta é uma das ações ligadas ao projeto “Práticas e ferramentas Lean: disseminação e aplicabilidade”.

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Ação: Banco Público da Agrobiodiversidade Crioula: Ações de extensão articuladas à pesquisa

Coordenadora: Lia R. S. Reiniger
Status: Não-executado.

A proposta objetiva viabilizar a socialização de conhecimentos técnico-científicos relacionados à agrobiodiversidade crioula gerados por projetos de pesquisa realizados anteriormente pela equipe executora, propiciando, simultaneamente o intercâmbio com agricultores e a sensibilização das comunidades para o resgate, conservação e uso sustentável de cultivares crioulas. As ações serão direcionadas a agricultores familiares, técnicos, estudantes e professores dos municípios da Quarta Colônia de Imigração Italiana (QC). A QC é considerada atender os requisitos para a criação de um Geoparque e, também, concentra a maior parte da produção brasileira de tabaco, realizada em integração com indústrias fumageiras que exercem efeitos nocivos de controle sobre a organização da cadeia agroindustrial desse produto nos países periféricos. Em decorrência disso, a Organização Mundial da Saúde propôs a Convenção Quadro para o Controle do Tabagismo, a qual tem como objetivo principal combater o consumo do tabaco a partir de ações intersetoriais e abrangentes, por meio de múltiplas estratégias. As ações propostas têm potencialidade de, além de ser uma alternativa de diversificação para os fumicultores e outros agricultores, contribuir para o desenvolvimento sustentável das comunidades regionais, alinhando-se, simultaneamente, ao Plano de Desenvolvimento Institucional, ao objetivo geral da UFSM Silveira Martins, à proposta do Projeto Geoparques e ao Projeto de Internacionalização da UFSM.

Entre as parcerias internas e externas do projeto, temos o Espaço Multidisciplinar de Pesquisa e Extensão UFSM Silveira Martins; Escritórios Municipais da Associação Sulina de Crédito e Assistência Rural e Associação Riograndense de Empreendimentos de Assistência Técnica e Extensão Rural – EMATER/RS-ASCAR da Quarta Colônia; Centro de Apoio e Promoção da Agroecologia; Prefeituras e secretarias dos municípios beneficiários; Consórcio para o Desenvolvimento Sustentável da Quarta Colônia (CONDESUS); Associação dos Guardiões das Sementes Crioulas de Ibarama.

Como ações previstas do presente projeto, temos:

Reuniões de apresentação da proposta: serão efetuadas reuniões da equipe executora com técnicos de assistência técnica e extensão rural (ATER) em municípios estratégicos da Quarta Colônia, pela localização geográfica e/ou pela atuação da equipe municipal, como, por exemplo, Agudo e Silveira Martins, representantes de associações de agricultores e presidentes de comunidades rurais, além de gestores municipais ou regionais. Nas reuniões será também apresentada uma lista de ações de extensão passíveis de serem realizadas, para deliberação pela equipe, bem como um cronograma.

Oficinas: destinadas a agricultores, técnicos de ATER, estudantes e professores dos municípios alvos, as quais abordarão diversas temáticas transversais à produção e à conservação de sementes de cultivares crioulas, bem como à produção de base ecológica ou orgânica no escopo do projeto.

Dias de campo: serão realizados em propriedades familiares localizadas nos municípios-alvo. Finalidade: socialização de informações e intercâmbio entre o conhecimento científico e o popular, de maneira a promover a interação entre agricultores familiares, agentes de sensibilização e desenvolvimento, professores, pesquisadores, estudantes e profissionais de ATER.

Seminário de avaliação das ações de extensão realizadas ao longo do ano.

As ações de extensão propostas, que preveem uma ativa interação com as comunidades alvo e seus agentes de desenvolvimento, repercutirão muito positivamente junto à sociedade no sentido de consolidar o papel da UFSM como agente de transformação das realidades locais e regionais sob os aspectos econômicos, culturais e sociais. Constituem a continuidade de parcerias interinstitucionais iniciadas em 2009 com a finalidade de perpetuar e disseminar a conservação da agrobiodiversidade crioula na região central do RS. Essa conservação garante que haja uma contínua adaptação das cultivares crioulas, incrementando a diversidade de recursos genéticos no planeta, principalmente das espécies agrícolas que, em decorrência das mudanças na base tecnológica da agricultura, vêm sendo reduzidos. É igualmente uma estratégia para a manutenção das comunidades rurais que as manejam, ao propiciar segurança alimentar e nutricional, por seu livre acesso e utilização. Por sua vez, a manutenção e fortalecimento das atividades de conservação dependem, acima de tudo, da possibilidade de novos grupos de agricultores acessar, resgatar, conservar e utilizar, de maneira sustentável, um número crescente de espécies e cultivares crioulas.

Essa proposta é uma das ações ligadas ao projeto “Centro Vocacional Tecnológico em Agroecologia, Agrobiodiversidade e Sustentabilidade Professor José Antônio Costabeber – Ações de Extensão Articuladas à Pesquisa”.

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Ação: Flores para Todos na região da Depressão Central do RS

Coordenadora: Lilian O. Uhlmann

Em 2018 iniciou o projeto Flores para Todos, uma iniciativa que está levando flores para todos os cantos do RS. O objetivo do projeto é levar, sobretudo ao pequeno produtor, uma opção de diversificação das atividades através da floricultura, introduzindo e gerando renda, além de melhorar o ambiente e a saúde. O projeto é dividido em fases e está completando sua 6° fase no segundo semestre de 2020 beneficiando produtores e escolas rurais em 69 municípios do Sul do Brasil.

A principal flor do projeto é o gladíolo, o qual tem todo o planejamento do seu cultivo realizado com o auxílio de uma ferramenta de gestão desenvolvida na UFSM para o gladíolo, o aplicativo PhenoGlad Mobile RS. Através dele, os produtores podem realizar o planejamento da data de plantio conforme o alvo de comercialização desejado. Além do gladíolo, uma nova flor de corte está sendo inserida no projeto em 2020: a statice. Esta é uma flor que se assemelha ao gladíolo em rusticidade e facilidade de cultivo a campo, tendo como principal vantagem a durabilidade pós colheita.

Ao longo do projeto, percebeu-se uma mudança no perfil dos produtores, pois muitos buscam no cultivo de flores o embelezamento da propriedade para fomentar o turismo rural. Outra tendência é, ao invés dos produtores colherem as flores e levarem ao mercado consumidor (nas feiras, por exemplo), o próprio consumidor vem até na propriedade e colhe o produto. Este projeto está em consonância com temática “Geoparques e Desenvolvimento Sustentável” pois trabalha com o resgate de duas flores tradicionais: o gladíolo (popularmente conhecido por palma) e a statice (também conhecida como sequinha ou flor seca). Como muitos produtores já cultivaram essas flores, o seu conhecimento sobre seu modo de cultivo é valorizado, ou seja, ele pode cultivar a seu modo, buscando um cultivo sustentável.

A Equipe PhenoGlad da UFSM conta com a parceria da EMATER/RS-ASCAR, pois, como os extensionistas estão diretamente em contato com os produtores no dia-a-dia, eles atuam indicando aqueles que apresentam perfil para ingressar no projeto. O perfil desejado são pequenos produtores familiares que, preferencialmente, tenham um local para comercialização das flores ou que produzam outros produtos (como hortaliças, morangos, produtos da agroindústria, por exemplo) e que possam incluir as flores no rol de seus produtos ofertados.

Serão realizadas ações no município de Silveira Martins, pertencente à QC. Neste momento de pandemia e devido à suspensão das aulas nas escolas municipais e estaduais, a sexta fase do projeto não será realizado em escolas e, inicialmente, apenas um produtor de Silveira Martins será beneficiado. Porém, ao longo do projeto, mais produtores da QC que demonstrarem interesse poderão ser incluídos.

As visitas à propriedade, no primeiro momento, serão substituídas pelo acompanhamento à distância do cultivo do gladíolo e da statice, devido à pandemia. Os bulbos de gladíolo e as mudas de statice serão enviadas através do extensionista da EMATER, que fará o transporte do material. Será realizada, como primeira ação, uma reunião de apresentação do projeto via Google Meet com os produtores participantes. Nesta reunião será explicado o funcionamento do app PhenoGlad Mobile RS. As demais ações serão voltadas para as práticas de manejo, que serão repassadas aos produtores via Whatsapp através de um grupo que será criado para esta finalidade. Neste grupo serão vinculados vídeos didáticos e explicativos disponíveis no canal do Youtube® PhenoGlad, que contém informações sobre as práticas de manejo, tanto do gladíolo, como da statice. Além disso, as informações serão veiculadas nas redes sociais PhenoGlad (Facebook®, Instagram® e Twitter®).

A realização das ações a distância permitirá que os produtores conduzam o cultivo desde o plantio até a colheita. Nossa equipe de trabalho ficará disponível on-line para sanar as dúvidas dos participantes via WhatsApp. Dessa forma, será possível seguir com as ações do projeto à distância enquanto não for possível retomar as atividades presenciais, como visitas às propriedades e reuniões. Sendo possível retomar as atividades presenciais com permissão e segurança, as visitas voltarão a ser realizadas.

Busca-se, através deste projeto, levar uma alternativa de diversificação e renda às famílias produtoras e o embelezamento da propriedade através do cultivo de flores. Esse cenário tem-se mostrado cada vez mais promissor na pandemia, pois tanto os produtores quanto os consumidores buscam na arte de produzir flores uma oportunidade de relaxar e fugir dos problemas diários, além de uma oportunidade de embelezamento dos lares, que se transformaram no local de trabalho diário das pessoas.

Com a utilização do aplicativo para prever os manejos do gladíolo, os produtores apoderam-se da tecnologia de produção e tornam-se independentes para seguir na produção por conta própria. Com o cultivo da statice, busca-se inserir mais uma espécie de flor no projeto que traz vantagens com o seu cultivo, especialmente a durabilidade pós-colheita e atende à demanda dos consumidores pela diversidade de flores, contribuindo para o aumento da renda.

O cultivo sustentável dessas duas espécies de flores tradicionais que se encontravam em desuso, proporciona o resgate dessas espécies e a valorização do conhecimento local dos produtores, pois eles podem aplicar seu conhecimento para realizar a produção, proporcionando uma oportunidade de sucessão familiar na propriedade.

Essa proposta é uma das ações ligadas ao projeto “Flores para Todos na região da Depressão Central do Rio Grande do Sul”.

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Ação: Plano de Negócios para Empreendedores do Geoparque Quarta Colônia

Coordenador: Lucas Veiga Avila

A presente ação de extensão tem como foco o desenvolvimento de Planos de Negócios para os Empreendedores dos municípios da 4º Colônia que fazem parte do projeto Estratégico do Geoparque. O objetivo de desenvolver planos de negócios, têm como método o desenvolvimento de oficinas de orientações técnicas a empreendedores formais e informais.

Na região há um benéfico potencial de oportunidades, a partir da demanda local, regional e de turistas que visitam a 4ª Colônia para conhecer a infraestrutura turística, natural, histórica, imigração etc. Salienta-se que a formação de empreendedores, auxilia na profissionalização da sua vocação, no desenvolvimento dos seus produtos, oferta de serviços, bem como, da criação de novos produtos e serviços para geração de emprego e renda.

Para o desenvolvimento do projeto, prima-se pelos aspectos da inovação e da sustentabilidade, por meio das seguintes ações:

– Parceria com os órgãos da administração pública e empresariais dos municípios participantes do Geoparque 4ª Colônia;

– Desenvolvimento de oficinas técnicas e didáticas para auxiliar no desenvolvimento de planos de negócios;

– Visita aos empreendedores/empreendimentos participantes da oficina para orientação técnica;

– Auxiliar na promoção de um ambiente econômico, social e ambiental em prol do turismo do projeto Geoparque;

– Auxiliar na incubação de Projetos e de Grupos de trabalhos vocacionais (produtos e serviços), junto a Incubadora Social da UFSM;

– Auxiliar no desenvolvimento de parcerias entre empresas e empreendedores individuais, visando o desenvolvimento de parcerias, economia circular e trabalho cooperado para geração de emprego e renda;

– Promover a geração de renda e eficiência no ambiente de negócios.

Esta proposta é uma das ações ligadas ao projeto “Gestão e Infraestrutura em Geoparques”.

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Ação: Núcleo de Implementação da Excelência Esportiva e Manutenção da Saúde NIEEMS

Coordenador: Luiz Fernando Cuozzo Lemos
Status: Não-executado.

A comunidade da região central do estado utiliza amplamente o balneário de Nova Palma-RS para se refrescar e vivenciar momentos de prazer, em especial no verão. Todavia, o espaço ainda foi poi por muito tempo subutilizado, principalmente no quesito relacionado com os esportes náuticos e atividades na natureza. Além disso, próximo a esse local existe o Parque Nacional da Quarta Colônia, no qual há uma bela barragem que também pode oportunizar a prática desse tipo de esportes.

Num segundo momento, esses educandos poderão se tornar guias e monitores das atividades, principalmente atuando com turistas que visitarem o local.

A canoagem é um esporte belíssimo, no qual o praticante tem contato direto nos recursos naturais e, por conta disso está amplamente aderido no processo de educação ambiental e de preservação da natureza, assim, os canoístas são verdadeiros agentes de proteção ambiental.

O presente projeto visa manter e ampliar a escola de canoagem no Rio Soturno na cidade de Nova Palma- RS, sendo a Prefeitura Municipal de Nova Palma, nossa principal parceira. Os atores sociais envolvidos são crianças e adolescentes matriculados nas duas escolas do município. Os envolvidos tem aulas de canoagem ministradas por bolsistas acadêmicos de Educação Física da UFSM, três dias da semana nos turnos da manhã e tarde. Com o desenvolvimento dos alunos, pretende-se inserir pelo menos mais um dia de prática na semana, em contraturno escolar.

Será realizado um grande festival da modalidade canoagem, convidando entidades da região que praticam o esporte para estarem presentes e, desta forma, movimentando amplamente a cidade e região.

Também é previsto ao longo do projeto pelo menos 2 festivais ou passeios náuticos e 2 competições do esporte.

O município será alvo da busca por turistas para conhecer as belas paisagens por meio náutico.

EM FUNÇÃO DA PANDEMIA DO COVID-19

Até que seja possível retornar as atividades presenciais os bolsistas elaborarão videoaulas para serem enviadas aos alunos do projeto com temáticas relacionadas à aprendizagem da canoagem, natureza, salvamento etc. Será desenvolvido no mínimo 1 videoaula a cada 2 meses.

A implantação da Canoagem na Quarta Colônia vem proporcionando a busca por turistas para conhecer as belas paisagens da região utilizando o Rio Soturno. Esses, no futuro, serão acompanhados por guias locais formados no projeto, portanto, gerando movimento, emprego e renda na região, fortalecendo o Geoparque por completo.

Os alunos serão sempre orientados sobre as questões relacionadas com a preservação do meio ambiente, em especial pensando nos recursos hídricos. Uma vez que os envolvidos diretamente no esporte se empoderem desses conhecimentos, o disseminarão para a comunidade em geral, em especial da região. Assim, todo o Geoparque será beneficiado, provocando melhoramento da qualidade da água e aumento amplo do turismo, formando cidadãos plenos e imbuídos do espírito ecológico.

Além disso, as competições de canoagem e, no futuro, outros esportes náuticos, somadas com a existência de uma equipe de competição de alto nível esportivo, trarão mais pessoas para a região do Geoparque.

Essa proposta é uma das ações ligadas ao projeto “Núcleo de Implementação da Excelência Esportiva e Manutenção da Saúde – NIEEMS”.

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Ação: Novo Site, Visita Virtual e Realidade Aumentada no Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica

Coordenador: Marcelo S. Zanetti

O Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (CAPPA) da UFSM, localizado no município de São João do Polêsine, foi criado com o objetivo de dar suporte à pesquisa paleontológica na Quarta Colônia, onde vêm se descobrindo e identificando uma grande abundância de fósseis de grande relevância científica e com impacto internacional, incluindo alguns dos exemplares de dinossauros mais antigos já descritos na literatura. Desta forma, o CAPPA, e seus trabalhos de alto impacto, figuram entre os destaques da proposta de tombamento pela UNESCO do Geoparque Quarta Colônia.

Buscando fomentar a ampliação e a popularização do CAPPA e do conhecimento científico produzido pelo mesmo, essa proposta foca na atração e na experiência dos visitantes. Para tanto, prevê-se: o desenvolvimento de um novo site para o CAPPA, incluindo conteúdo lúdico e dinâmico, possibilitando uma visita virtual, contando com versão para smartphones; emprego da tecnologia de realidade aumentada nas dependências do CAPPA, e nos sítios paleontológicos da região, através do uso de smartphones, tablets ou óculos de realidade virtual para aprimorar a apresentação dos fosseis, maquetes e das reconstruções de animais pré-históricos do acervo do CAPPA, ilustrados na Figura 1. Com a tecnologia de realidade aumentada, o usuário terá uma experiência sensorial mais aprimorada, possibilitando um certo grau de imersão com a visualização mais clara de conceitos complexos, através de animações e diagramações que são apresentadas na tela do smartphone, sobrepondo-as com os itens do ambiente sendo capturados pela câmera do smartphone.

Para tanto, serão desenvolvidos projetos de software para Internet e para smartphones (Apps), além de conteúdo digital incluindo modelos em três dimensões, ilustrados na Figura 2, animações, áudio, infográficos, entre outras possibilidades.

Em tratando-se de uma ação de extensão, essa proposta também tem como objetivo propiciar aos discentes da UFSM um ambiente de aprendizado e pesquisa, dentro do contexto de implementação e uso de métodos computacionais, tecnologia da informação, comunicação e design.

A coordenação do projeto é uma parceria entre docentes do Centro de Tecnologia (CT), Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH) e do Centro de Artes e Letras (CAL), Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE), e dos cientistas do CAPPA..

Essa proposta é uma das ações ligadas ao projeto de P&D, financiado pela indústria, denominado “Provador Virtual”.

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Ação: Resgate Histórico-Linguístico-Cultural da Língua Talian na Quarta Colônia de Imigração Italiana do estado do Rio Grande do Sul

Coordenador: Marcos Daniel Zancan

O objetivo geral do Projeto Talian é desenvolver ações históricas, culturais e linguísticas com os municípios integrantes da Quarta Colônia de Imigração italiana, com a finalidade de conscientizar e auxiliar a população, associações culturais e prefeituras municipais quanto à valorização da Língua Talian (Vêneto Brasileiro) como forma de preservar a história, a cultura e o conhecimento dos imigrantes. Para isso, buscamos promover:

  • palestras no âmbito da UFSM e dos municípios da Quarta Colônia, visando ampliar e/ou resgatar a história da imigração italiana, sua cultura e a Língua Talian, reconstituindo a autoestima dos descendentes de imigrantes e incentivando a valorização do legado histórico-linguístico-cultural;

  • eventos acadêmicos sobre a Língua Vêneta e suas variantes, visando adquirir conhecimentos científicos, históricos e culturais, com o objetivo de fomentar projetos de pesquisa, ensino e extensão nessa temática;

  • Traduções e legendas de vídeos de interesse histórico, cultural e linguístico.

A relação deste projeto com a proposta Geoparques, bem como com os desafios da UFSM, ocorre através da internacionalização, através de convênios de cooperação internacional firmados e vigentes, da inclusão social, desconstruindo um passado de perseguição e desvalorização da cultura e da língua dos imigrantes, e do desenvolvimento local e regional, uma vez que o potencial histórico, linguístico e cultural da Quarta Colônia são diferenciais propulsores do turismo cultural, histórico, gastronômico, rural, religioso e de aventura.

O Projeto Talian CTISM, juntamente com o Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional e Tecnológica (PPGEPT) possuem um Acordo de Cooperação Internacional vigente com a Academia de ła Bona Creansa, da região do Vêneto-Itália, o qual tem como uma das metas “Desenvolver ações e projetos de extensão conjuntos, tanto na Itália quanto no Brasil, visando o resgate histórico, linguístico e cultural das Línguas Vêneta e Talian (Vêneto Brasileiro)”.

Na Quarta Colônia, buscamos parcerias com escolas estaduais e municipais, associações culturais e prefeituras municipais para o desenvolvimento das atividades propostas por este projeto.

Como ações previstas para o ano temos:

Palestras: Realizar, no mínimo, uma palestra para cada município integrante da Quarta Colônia, visando o resgate histórico, linguístico e cultural da imigração italiana. Em função das medidas de isolamento social para prevenção da contaminação pela Covid-19, as palestras serão realizadas de modo virtual, através do Google Meet. As instituições parceiras da Quarta Colônia deverão fazer a divulgação e seleção dos participantes, que receberão do projeto o link para participação.

Eventos Acadêmicos: Promover, em parceria com a Academia de ła Bona Creansa (região do Vêneto-Itália), um evento acadêmico sobre a imigração italiana e a Língua Vêneta e suas variantes para a comunidade da Quarta Colônia. Em função das medidas de isolamento social, os eventos acadêmicos somente serão realizados após o retorno das atividades presenciais na UFSM.

Traduções/Legendas: Realizar traduções e legendas em Português de vídeos em Talian (Vêneto Brasileiro) de interesse histórico, cultural e linguístico para Quarta Colônia.

Divulgação: Manter constantemente atualizado o site do Projeto Talian bem como a página nas redes sociais, visando divulgar as ações e eventos do Projeto Talian, com referência ao apoio do Projeto Geoparques. A divulgação de todas as ações será realizada integralmente de forma virtual em redes sociais e plataformas digitais.

As ações propostas nesse projeto visam desconstruir um passado de perseguição e preconceito com a língua e cultura dos imigrantes e seus descendentes, iniciada principalmente a partir da proibição de falar línguas de imigração no Brasil, no período do Estado Novo de Getúlio Vargas, onde diversas pessoas foram presas na Quarta Colônia simplesmente por cantarem e/ou rezarem na língua de imigração. Apesar de a proibição ter ocorrido por poucos anos, seu impacto de perseguição ultrapassou os limites jurídicos, atingindo a esfera social e cultural, cujo preconceito se enraizou na sociedade brasileira como um todo. Mesmo com o fim da proibição, falar Talian era sinônimo de ignorância, atraso cultural e de inteligência reduzida, cujos efeitos sociais atingem os dias atuais.

A Quarta Colônia é uma região diferenciada no centro do Estado do RS, que constitui o quarto núcleo de imigração italiana. Seu potencial histórico, linguístico e cultural são diferenciais propulsores do turismo cultural, histórico, gastronômico, rural e de aventura. Como a língua é a base da cultura, as ações do Projeto Talian estimulam iniciativas locais de valorização cultural, bem-estar social e ambiental e de pertencimento, favorecendo o desenvolvimento local e regional. Ressalta-se que a importância histórica, cultural, paisagística, geológica, arqueológica, paleontológica e científica da Quarta Colônia consolidam a definição e criação de um geoparque, gerando desenvolvimento econômico e social para toda a região.

Essa proposta é uma das ações ligadas ao projeto “Resgate Histórico-Linguístico-Cultural da Língua Talian na Quarta Colônia de Imigração Italiana do estado do Rio Grande do Sul”.

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Ação: Patrimônio Histórico-Cultural, Memória, Educação e Preservação: Uma construção e divulgação da história e do patrimônio local/regional a partir da capacitação e produção de material conjunto com docentes da rede pública (municipal e estadual) dos municípios integrantes do Condesus – Geoparque Quarta Colônia na perspectiva da Educação Patrimonial.

Coordenadora: Maria Medianeira Padoin

Pretende-se conjuntamente com docentes e/ou profissionais da rede pública do ensino básico (municipais e estadual) dos municípios do Condesus- Quarta Colônia, trabalhar com a história local/ regional e com a construção e valorização do material por eles(as) produzidos, para ser utilizados nas escolas e/ou como meio de divulgação da região/local/Geoparque. O vínculo desta proposta com o Projeto Geoparque é motivada pelas ações de sensibilização que realizamos em 2019 para que a Educação Patrimonial pudesse integrar oficialmente a política e os projetos pedagógicos das redes de ensino da região, bem como do projeto que estamos desenvolvendo, Educação Patrimonial em Tempo de Pandemia – atividades junto as Escolas dos Municípios do Projeto Institucional Geoparque Quarta Colônia (nº054242),vinculado a Chamada Pública 007/ PRE/2020. Assim, trabalhar conjuntamente com docentes que participam deste projeto a partir das práticas desenvolvidas, acrescidas agora de um “direcionamento” no que tange a construção do conhecimento da história local-regional, com vista a capacitação e a produção de material educacional e de divulgação local/regional. Nesse sentido, procura-se colaborar na perspectiva da manutenção e consolidação de uma integração e identidade regional, tendo no projeto Geoparque o seu fio condutor e agregador. Com isso, planejamos congregar resultados e organizar material(is) de divulgação educacional com o fim de produzir livro e/ou cartilha e/ou folders e/ou video. A equipe será formada por docentes dos municípios (e alunos/as) e da UFSM, discentes da graduação e da pós-graduação que integrarão o Programa de Extensão Patrimônio Histórico, Memória, Educação e Preservação (Registro CCSH: 053499).

Temos como parcerias internas e externas:

  • Municípios do Condesus Quarta Colônia e sede – território/região de abrangência foco deste projeto;

  • Docentes, Servidores e Discentes (Graduação e Pós-Graduação), principalmente do Centro de Ciências Sociais e Humanas – atuação na equipe de execução deste projeto e em projetos e/ou programas que se integram na perspectiva deste;

  • Servidores(as) da Pró-Reitoria de Extensão que atuam no Projeto Institucional do Geoparque.

  • Docentes, gestores(as), profissionais que atuam nas Redes Municipais e Estadual de ensino da Quarta Colônia: na parceria na organização, produção, divulgação e aplicação das atividades,etc.

Pretende-se trabalhar na perspectiva da Educação Patrimonial, com docentes da rede pública do ensino básico dos municípios pertencentes ao Condesus-Quarta Colônia. As reuniões de trabalho, capacitação, organização, produção, etc, em sua maioria, ocorrerão de forma virtual, no período de isolamento social provocado pela pandemia do Coronavirus. Vamos trabalhar sobre a importância da história de vida, as histórias do local/município e da região como sua inserção e percepção enquanto história da Humanidade. Além disso, trabalharemos as noções e possibildades do que venha ser “fontes históricas” e essas também enquanto “recurso” educacional, enquanto memória e assim como patrimônio.Este trabalho partirá também da experiência e das práticas destes docentes e, especialmente, de seu envolvimento no projeto de extensão “Educação Patrimonial em Tempo de Pandemia – atividades junto as Escolas dos Municípios do Projeto Institucional Geoparque Quarta Colônia. Com isso, se pretende valorizar a produção destes docentes e profissionais que atuam na região em seu cotidiano com seus alunos(as), e organizarmos uma produção conjunta da escrita de uma história síntese de seu local na perspectiva regional do projeto Institucional do Geoparque. Tal material deverá demonstrar visualmente uma correspondencia entre o texto (imagem/escrita/fala) e a valorização do patrimônio, enquanto um bem coletivo regional e internacional na perspectiva do Geoparque.Assim, pretende-se que o material produzido sobre cada município e região possa ser utilizado tanto para material didático ou paradidático e para apoio turístico.

Como impacto e transformação social esperados, temos:

  • Qualificação e valorização dos docentes para serem multiplicadores de ações de Educação Patrimonial, a partir do conhecimento histórico;

  • Produção de material de divulgação e didático sobre a história e o patrimônio local/ regional da Quarta Colônia integrada na perspectiva do Geoparque;

  • -Integrar e incentivar de forma concreta a extensão, o ensino ,a pesquisa;

  • Valorização da UFSM integrada à sociedade .

Essa proposta é uma das ações ligadas ao projeto “Patrimônio Histórico-Cultural, Memória, Educação e Preservação”.

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Ação: Fórum do Setor de Alimentos da Quarta Colônia

Subprojeto: Repasse Educativo sobre Qualidade de Processos Produtivos de Alimentos da Quarta Colônia e Caçapava do Sul: Aspectos Culturais, Sociais e Tecnológicos

Coordenadora: Neila S.P.S. Richards

Co-coordenador: Diniz Fronza

O setor informal está quase sempre relacionado à atividade marginal ou residual; porém, é considerada como aspecto central da dinâmica econômica e social de qualquer país, em especial daqueles em desenvolvimento. A agroindústria familiar, além de promover uma melhor racionalização da mão de obra existente nas propriedades, é uma fonte de agregação de valor ao produto in natura, gerando renda e trabalho, que são fundamentais para a sustentação econômica da família rural. Além disso, a produção de alimentos, de produtos coloniais faz parte da cultura, dos hábitos e dos costumes da população da região da Quarta Colônia e de Caçapava do Sul, por se tratar de uma tradição herdada dos imigrantes europeus. A grande maioria destes produtos é desenvolvida artesanalmente e estão carregados de sentidos culturais e familiares. Entretanto, grande parte dos pequenos produtores rurais que fabricam produtos coloniais está na informalidade, por falta de atualização da legislação vigente, certificação dos órgãos de fiscalização e inspeção de produtos alimentícios. Por isso, em um primeiro momento, apoiar as pequenas agroindústrias familiares da região da Quarta Colônia e de Caçapava do Sul, na produção e comercialização de seus produtos, com qualidade, em consonância com a legislação vigente, devidamente certificados, levará a geração de empregos e renda às pequenas propriedades rurais da região. E, em um segundo momento estimular e capacitar os estudantes da UFSM na prática, mostrará aos empresários a importância de ter um profissional qualificado responsável pela empresa, assegurando a qualidade do produto produzido. O projeto de extensão consiste na realização de oficinas teóricas e práticas, apresentando a legislação e o processo produtivo do alimento de acordo com as Boas Práticas de Manipulação e Fabricação, ou seja, terá o intuito de qualificar os produtores e seus produtos e, principalmente, dar ênfase no trabalho social nas agroindústrias, com a finalidade de fortalecer a função produtiva dos produtos produzidos, promovendo, desta forma, o acesso a inclusão produtiva de pessoas-agroindústrias que precisem de capacitação na área de manipulação segura dos alimentos. Com isto promover um espaço para troca de experiências, a fim de prevenir a ocorrência de situação de risco social e, principalmente, insegurança alimentar. O projeto de extensão tem como ação principal estimular os agroempresários a construção e reconstrução de suas histórias, estimulando o caráter preventivo e proativo, aumentando suas capacidades e potencialidades visando o enfrentamento da vulnerabilidade social, principalmente na colocação de seus produtos no mercado pós-pandemia. Serão realizadas oficinas práticas, de acordo com a demanda de cada município da Quarta Colônia e Caçapava do Sul, de conservas doces, conservas salgadas e produtos lácteos, com foco nas dificuldades do produtor. O público alvo serão as famílias de pequenos produtores rurais da região da Quarta Colônia e Caçapava do Sul que tem como atividade de subsistência a produção de frutíferas, nogueiras e alimentos processados nas suas mais variadas formas. Sendo assim este projeto visa levar aos produtores informações técnicas que farão a diferença em relação à qualidade dos produtos por eles produzidos, promovendo, dessa forma, a capacitação não só dos produtores e colaboradores, mas também de estudantes e pesquisadores envolvidos neste projeto. Dada a importância que a segurança dos alimentos possui no dia-a-dia da população, em especial nesta época de pandemia, esta proposta tem como objetivo geral promover o desenvolvimento local-regional da Quarta Colônia e Caçapava do Sul por meio da pequena agroindústria familiar na produção e comercialização frutas in natura, nozes e produtos alimentícios, valorizando a cultura local e ampliando a geração de empregos e renda da comunidade rural.

Este projeto está alinhado com os seguintes Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ONU agenda 2030): 2 – Fome Zero e Agricultura Sustentável; 12 – Consumo e Produção Responsáveis; com a Áreas e Linhas Temáticas da Política de Extensão (UFSM): 7 – Tecnologia e Produção e Linhas de extensão: Desenvolvimento de produtos, Desenvolvimento tecnológico, Inovação Tecnológica e Desenvolvimento Regional

Essa proposta é uma das ações ligadas ao projeto “Fórum do Setor de Alimentos da Quarta Colônia”.

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Ação: Flores para Todos na Quarta Colônia

Coordenador: Nereu A. Streck

O projeto Flores para Todos é um projeto de extensão que visa levar a floricultura como uma alternativa de renda para agricultores familiares, valorizar a mulher e manter o jovem no campo e valorizar a produção de flores pela sua importância na vida das pessoas, por melhorar o ambiente e a saúde. Desde seu início no primeiro semestre de 2018 (primeira fase) até o primeiro semestre de 2020 (quinta fase), já alcançou, a nível de Brasil, 69 municípios em 7 estados de regiões brasileiras (S, CO, NE), atingindo 77 famílias, 15 escolas do campo e tendo sido produzidas 70 mil hastes de gladíolos. A principal flor do projeto é o gladíolo, o qual tem todo o planejamento do seu cultivo no RS realizado com o auxílio de uma ferramenta digital para gestão do cultivo, o app PhenoGlad Mobile RS. O aplicativo PhenoGlad Mobile está disponível para dowload gratuito na plataforma Android. Além do gladíolo, uma nova flor de corte está sendo inserida no projeto: a statice. Esta é uma flor que se assemelha ao gladíolo em rusticidade e facilidade de cultivo a campo. A produção de duas flores de corte é importante para fomentar a cadeia local e incentivar o consumo, contrinuindo para a geração de renda.

Ao longo dos dois anos do projeto, percebeu-se que grande parte do público do projeto Flores para Todos é feminino e que a produção de flores tornou-se, além de uma ocupação, uma forma de gerar renda para as agricultoras familiares (acesso aos depoimentos aqui). Este projeto está em consonância com temática “Geoparques e Mulheres” pois promove a capacitação de agricultoras como produtoras de flores, retoma a importância do contato com a natureza e do embelezamento da propriedade rural. Além disso, valoriza o papel da agricultora na esfera familiar, além dos afazeres domésticos, ao realizar uma atividade produtiva, capaz de gerar uma renda extra para a família.

A principal parceira da UFSM no projeto Flores para Todos no RS é a Emater/RS-Ascar. A seleção das produtoras para participar da ação é realizada pelos extensionistas da EMATER/RS-Ascar. Este projeto possui duas fases ao ano, e a cada nova fase, os extensionistas são responsáveis por entrar em contato com todos aquelas que demonstraram interesse em participar e decidir quais serão contemplados para a fase vigente. Durante o cultivo do gladiolo e da statice junto aos produtores, os extensionistas da Emater orientam as práticas de manejo, sob a supervisão da Equipe PhenoGlad da UFSM. Nos outros estados da federação, a parceria é realizada através das Equipes PhenoGlad sediadas em Universidades e Institutos Federais.

As ações serão remodeladas visando atender as orientações da Comissão de Biossegurança da UFSM, objetivando a segurança da Equipe PhenoGlad e do público atendido nas propriedades rurais. Serão realizadas ações no município de São João do Polêsine, pertencente a Quarta Colônia. Normalmente, as ações são presenciais com visitas as propriedades rurais. Devido a pandemia do Covid-19, todas as ações serão realizadas a distância, utilizando as plataformas digitais disponíveis (Whatsapp e Google Meet). Os bulbos de gladíolo e as mudas de statice serão enviadas através do extensionista da EMATER, que fará o transporte do material. Será realizada, como primeira ação, uma reunião de apresentação do projeto via Google Meet com os produtores participantes. Nesta reunião será explicado também, o funcionamento do app PhenoGlad Mobile RS. As demais ações serão voltadas para as práticas de manejo, que serão ensinadas aos produtores através de um grupo de Whatsapp que será criado para esta finalidade. Neste grupo serão vinculados vídeos didáticos e explicativos disponíveis no canal do Youtube PhenoGlad, que contém informações sobre as práticas de manejo, tanto do gladíolo, como da statice. Além disso, as informações serão veiculadas nas redes sociais PhenoGlad (Facebook, Instagram e Twitter). A realização das ações a distância permite que os produtores conduzam desde o plantio até a colheita, de modo que a produção seja fruto do seu trabalho. Assim, seguem as demais ações: 1) o plantio dos bulbos de gladíolo e o transplante da statice, 2) manejo da adubação de cobertura e desbrote do gladíolo e capina de ambas culturas, 3) tutoramento das plantas de gladíolo e statice, 4) acompanhamento da colheita das hastes florais. Ademais, a Equipe PhenoGlad fica disponível on-line para sanar as dúvidas dos participantes via Whatsapp. Neste momento de pandemia, apenas uma produtora será beneficiada em São João do Polesine. No entanto, ao longo do projeto, mais produtores da Quarta Colônia que demonstrarem interesse no projeto podem ser incluídos. Dessa forma, será possível seguir com as ações do projeto à distância enquanto não for possível retomar as atividades presenciais, como visitas às propriedades e reuniões. Sendo possível retormar as atividades presenciais com permissão e segurança, as visitas as propriedades rurais voltarão a ser realizadas.

Espera-se com esta ação, oportunizar as agricultoras da Quarta Colônia o aprendizado de um ofício prazeroso e lucrativo. As hastes produzidas pelas produtoras poderão ser comercializadas em datas comemorativas, como o dia de Finados e festas de final de ano. O uso do app PhenoGlad Mobile permite que as agricultoras sejam capazes de, no futuro, cultivar o gladíolo de forma autônoma e independente. Além disso, o cultivo da statice proporciona inovação e atende a demanda dos consumidores pela diversidade de flores, contrinuindo para o aumento da renda.

Essa proposta é uma das ações ligadas ao projeto “Acompanhamento de lavoura comercial e previsão de safra com a cultura do gladíolo em Santa Maria – RS”.

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Ação: Projeto de gestão de custos e formação de preço

Coordenador: Roberto De Gregori

Formação e capacitação para as organizações inseridas nos territórios dos geoparques que busquem a qualificação de seus processos, principalmente na área de gestão de custos e formação de preço. Auxiliar com essa formação que essas organizações consigam gerir melhor seus negócios objetivando a sustentabilidade dos mesmos, e produzindo materiais que sirvam de ferramentas de gestão e controle.

São desenvolvidas parcerias com os seguintes agentes:

  • Agências de suporte;

  • Sebrae;

  • Emater/RS;

  • Prefeituras municipais e

  • Pró-reitoria de extensão da UFSM

Como ações previstas para o ano corrente, temos:

  • Capacitar organizações a controlar seus gastos;

  • Capacitar através de cursos a construção e formação de preços;

  • Organizar oficinas de gestão de custos;

  • Construir um folder/cartilha para auxiliar o processo de entendimento e construção de uma gestão de custos e formação de preço.

Espera-se, com a implantação do projeto nos territórios dos municípios envolvidos, que as organizações participantes consigam gerenciar seus gastos e receitas. Através do projeto, que organizações consigam administrar melhor seus negócios, preservando o seu ambiente e de toda a sua comunidade.

De modo pontual, espera-se:

Capacitação de pelo menos 10 empresas/pessoas nos municípios envolvidos;

promoção e realização de pelo menos 2 oficinas de gestão de custos e formação de preço;

Essa proposta é uma das ações ligadas ao projeto “Projeto de gestão de custos e formação de preço”.

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Ação: As frutíferas nativas e o desenvolvimento sustentável da região central do RS

Coordenadora: Suzane Bevilacqua Marcuzzo

No estado do Rio Grande do Sul, frutas como jabuticaba, butiá, guabiroba e araçá, fazem parte da cultura local. Muitas pessoas as conhecem ou lembram que as consumiam na infância, entretanto, tantas outras pessoas de outras regiões buscam saborear produtos e alimentos que representem o local. Existe uma expressiva diversidade de espécies frutíferas, nativas do estado do Rio Grande do Sul, e que historicamente foram negligenciadas ou pouco utilizadas. Contudo, o geoparque da Quarta Colônia surge como iniciativa para desenvolvimento sustentável de um território que une cultura, paisagem e biodiversidade, potencializando uma cadeia de valor e agregação de renda àquela população.

Diante deste cenário, propriedades as quais comercializam sua produção própria e direta em agroindústrias próprias e feiras livres e de iniciativas sustentáveis, poderão dispor de um produto diferenciado. Por sua vez, o mesmo traz em si e significa ser preparado pela coleta de frutas das espécies nativas existentes em suas propriedades, sendo realizada por extrativismo sustentável de ambientes naturais ou mesmo em quintais agroecológicos.

O presente projeto tem por objetivo desenvolver produtos derivados das frutíferas nativas da região central do Estado do RS, visando a promoção de uma cadeia de valor tendo por eixos o desenvolvimento sustentável, conservação das florestas da região e identidade territorial do Geoparque da Quarta Colônia.

Como parcerias desse projeto, tem-se:

  • Emater Regional Santa Maria: veículo para deslocamento

  • Prefeituras da Quarta Colônia: divulgação e organização dos eventos

  • Agroindústrias: local de preparo das oficinas

  • Pró-Reitoria de Extensão – Projeto Estratégico Geoparques UFSM: deslocamento, bolsas, material de consumo, divulgação.

A aceitabilidade sensorial dos produtos desenvolvidos neste projeto serão realizados no laboratório de Análise Sensorial da UFSM, no período de vigência do projeto.

Para inserção dos produtos no mercado será realizada uma fusão com o projeto “Caminhadas na Natureza”, o qual já se encontra no segundo ano de execução. As caminhadas são realizadas nos municípios da Quarta Colônia em parceria com a Emater e Prefeituras, onde são desenvolvidos roteiros que divulgam os atrativos de paisagem, cultura e agroindústrias de cada município.

Desta forma, duas semanas antes a cada caminhada, será realizada uma oficina gastrobotânica participativa, onde participarão agricultores familiares e agroindústrias para conhecer e elaborar produtos com frutíferas nativas locais. Posteriormente os produtos elaborados serão disponibilizados para os participantes durante a caminhada em cada parada da rota.

Por sua vez, uma identidade visual será criada para os produtos, unindo a ideia de floresta, alimento e geoparque para fortalecer o território, bem como rótulo com marca e etiqueta com informações sobre a espécie e propriedades nutricionais e farmacológicas.

Gerar 500 encartes sobre as frutas nativas e produtos derivados com destaque para valorização e conservação das florestas da região, fontes da origem dessas frutas.

Confeccionar 500 cópias do livro de receitas “A saúde da Floresta em sua mesa”, o qual será resultante de todas as oficinas realizadas nos municípios.

Como impacto e transformação sócia, espera-se:

1) Envolvimento de todos integrantes da família na coleta e elaboração dos produtos derivados das espécies nativas, bem como o desenvolvimento de formas inovadoras no processo de elaboração do produto da sociobiodiversidade;

2) Motivação de outros agricultores familiares a iniciar a elaboração de produtos derivados da floresta.

5) Aumento no número de consumidores que frequentam o posto de vendas dos agricultores familiares nas feiras, agroindústrias e eventos em virtude da nova oferta proposta.

6) Aumento de renda das famílias de agricultores.

8) Consolidação de sentimento de pertencimento ao território do geoparque, composto pelo somatório de cultura, paisagem e biodiversidade.

9) Aumento da diversidade alimentar a partir do uso dos produtos da sociobiodiversidade promovendo desta forma um maior nível de soberania e segurança alimentar e nutricional tanto das famílias agricultoras bem como dos moradores urbanos;

Essa proposta é uma das ações ligadas ao projeto “A aliança entre a agricultura familiar e as frutíferas nativas da região central do RS”.

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Projetos e Programas desenvolvidos no território - 2019

Ação: Geoparque vai a escola: Elaboração de um kit pedagógico para as escolas públicas do território do geoparque Quarta Colônia

Coordenador: Adriano Severo Figueiró

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Ação: Produção de vídeos institucionais dos Geoparques Caçapava e da Quarta Colônia

Coordenadora: Aline Roes Dalmolin

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Ação: Paisagem de Agudo, RS: procedimentos técnicos e fundamentos iconográficos

Coordenador: Altamir Moreira

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Ação: Programa de Extensão Centro de Documentação e Memória: por uma política de fundos (o caso da Quarta Colônia)

Coordenadora: Amanda Eloina Scherer

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Ação: Geoparque Quarta Colônia: educação patrimonial e patrimônio cultural

Coordenador: André Luis Ramos Soares

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Ação: Programa Rastro

Coordenadora: Clarice Bastarz

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Ação: Revisão dos planos diretores municipais da Quarta Colônia na perspectiva da implantação de um geoparque

Coordenador: Edson Luiz Bortoluzzi da Silva

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Ação: Difusão do patrimônio paleontológico da Quarta Colônia por meio de iniciativas museológicas e criação de material didático

Coordenador: Flávio Augusto Pretto

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Ação: Núcleo de Implementação da Excelência Esportiva e Manutenção da Saúde NIEEMS – Geoparque Quarta Colônia

Coordenador: Luiz Fernando Cuozzo Lemos

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Ação: Design&Território: educação para o desenvolvimento de produtos no contexto dos geoparques Caçapava e Quarta Colônia

Coordenadora: Maria Medianeira Padoin

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Ação: Turismo Rural, Cultural e Religioso: uma convergência possível no roteiro dos capitéis

Coordenadora: Dalva Maria Righi Dotto

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Ação: Fórum do Setor de Alimentos da Quarta Colônia

Coordenadora: Neila S.P.S. Richards

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Ação: Programa: patrimônio histórico, gestão documental, memória, preservação

Coordenadora: Maria Medianeira Padoin

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Ação: Ações artísticas – Quarta Colônia e Caçapava do Sul

Coordenadora: Rebeca Lenize Stumm

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Produtos editoriais

Em construção

Produções científicas

Em construção

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