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Conheça as hortas comunitárias de Santa Maria e saiba a importância delas para a biodiversidade



Hortas comunitárias nos bairros Diácono João Luis Pozzobon, Pinheiro Machado, Nova Santa Marta e Camobi, são mantidas por moradores das comunidades e por estudantes da UFSM

No dia 5 de Junho, é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente, data que tornou-se homenagem desde 1972 devido a abertura da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente. Essa data é importante no calendário mundial para recordar a preservação da biodiversidade. O cenário de sustentabilidade em Santa Maria apresenta alguns espaços urbanos que foram transformados em hortas comunitárias, pensando no bem-estar da comunidade. 

 O projeto das hortas comunitárias nos bairros de Santa Maria, busca produzir alimentos para o consumo próprio dos moradores, auxiliar famílias com baixa renda, preservar o meio ambiente, trazer uma alimentação saudável para a mesa dessas famílias,  mudar os hábitos alimentares, gerar uma interação maior entre a vizinhança e proporcionar qualidade de vida à eles. Além disso, atua principalmente no equilíbrio da biodiversidade, reduzindo as ilhas de calor; reduzindo risco de inundações; reduz resíduos orgânicos,(os mesmos servem para o processo de compostagem); melhora a qualidade alimentar e é uma alternativa econômica de alimento. 

 

Em Santa Maria existem as hortas comunitárias Neide Vaz, Renova Vidas e Cipriano da Rocha, administradas pelo o Juarez Felisberto.

 

Horta Agroecológica Comunitária Neide Vaz, é uma horta comunitária localizada no bairro Diácono João Luiz Pozzobon, na Associação de Moradores do Residencial Dom Ivo Lorscheiter. Na época, um lote baldio do bairro converteu-se em horta comunitária nomeando-se “Neide Vaz” no ano de 2017, a iniciativa se deu através de uma roda de conversa com um grupo de estudantes do centro de referência de agricultura urbana e periurbana da Universidade Estadual de Maringá, com o zootecnista da UFSM – presidente do Conselho de Segurança Alimentar de Santa Maria (Consea-SM), Juarez Felisberto. O zootecnista recebeu o convite para participar da criação desse projeto na comunidade. Em 2018, o projeto foi selecionado pelo FIEX (Fundo de Incentivo à Extensão), a universidade contemplou o primeiro bolsista para auxiliar no desenvolvimento da horta comunitária, começando com 8 famílias. A partir daí o projeto começou a crescer, no ano seguinte tiveram outra roda de conversa com o grupo de estudantes de Maringá e decidiram inscrever o projeto na AUP (Agricultura urbana e Periurbana). Luis Antônio Loreto mais conhecido como Mestre Militar é presidente da horta comunitária desde o início do projeto, e também colaborou na ideia da construção das hortas comunitárias.

Horta Agroecológica Comunitária Renova Vidas é a segunda horta localizada no bairro Diácono João Luis Pozzobon, um canteiro com uma variedade de plantações, como, couve, alface, pimentão, batata doce, pimenta, cebolinha, salsinha entre outras hortaliças. Moradores do bairro mencionam os cuidados que têm com a horta e como essas atividades ajudam no bem estar e na saúde, além de gerar renda para estas famílias.

No bairro Cipriano da Rocha, foi fundada a ONG Mãos Unidas pela Cipriano(OMUC), uma ideia que surgiu entre vizinhos da cidade Pinheiro Machado em 2016. Anderson Meugarez, presidente da associação, relatou que a horta comunitária veio depois da cozinha comunitária, e acrescentou que antes o terreno era um aterro sanitário, e resolveu transformar esse espaço em um local solidário. Anderson destacou que atualmente a cozinha solidária e a horta comunitária recebem apoio do Sesc de Santa Maria, da prefeitura, do banco de alimentos e da UFSM que dão auxílio há um ano. Atualmente as duas ações realizam atividades em conjunto, voltadas para pessoas que estão em situação de vulnerabilidade e também para a comunidade de Pinheiro Machado. 



Horta escolar do Edna May e Horta na escola indígena Guarani são administradas pelo o professor Alejandro Lezcano

 

Como as outras citadas acima, as hortas escolares do Edna May e a Horta na escola indígena Guarani busca conscientizar esses jovens dentro do ambiente  escolar para perceberem a importância de preservar o meio ambiente, pensar em recursos ambientais e na produção sustentável de alimentos através da ecoalfabetização. 



Apoio da UFSM nestas hortas

 

A Universidade Federal de Santa Maria auxilia as hortas comunitárias integrando bolsistas neste projeto, para que possam contribuir e acrescentar na realização das atividades de plantio. Além disso, apoiam na infraestrutura, realizam doações de mudas, fornecem equipamentos necessários para utilizarem nos canteiros, é feita análises de solos, doações de Caixa d’água e compostagem.

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