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Acadêmicos do CT representam a UFSM na primeira fase da XXVIII Maratona de Programação

Acompanhados pelo professor Cesar Tadeu Pozzer, os discentes se destacaram e obtiveram as quatros primeiras colocações, classificando-se para a segunda fase.



No começo do mês, dia 2 de setembro, acadêmicos da Universidade Federal de Santa Maria participaram da primeira fase regional da Maratona de Programação, evento da Sociedade Brasileira de Computação (SBC) que existe desde o ano de 1996. A competição se destina a alunos e alunas de cursos de graduação e início de pós-graduação nas áreas de Computação, como Ciência da Computação, Engenharia de Computação, Sistemas de Informação, Matemática, etc. A Maratona SBC busca estimular nos estudantes a criatividade, a capacidade de trabalho em equipe, a busca de novas soluções de software e a habilidade de resolver problemas sob pressão. Segundo a SBC, a cada ano, observa-se que as instituições de ensino e, principalmente, as grandes empresas da área têm valorizado os alunos que participam do evento.

 A final nacional  da XXVIII Maratona de Programação SBC será realizada nos dias 19 a 22 de outubro de 2023, e contará com os times classificados nas várias sedes na primeira fase. A UFSM obteve as quatro primeiras colocações e foi classificada para participar da final nacional da Maratona SBC na cidade de Chapecó, em Santa Catarina, pela Universidade do Oeste de Santa Catarina (UNOESC). 

Várias instituições de ensino superior do Brasil desenvolvem competições locais para escolher seus melhores times para competir na Maratona de Programação, e os melhores na Final Nacional (regional sul-americana) são selecionados para participarem das Finais Mundiais do evento. O ICPC conta com mais de 400.000 alunos, e nos últimos anos reúne participantes de mais de 100 países, 3500 universidades e 75.000 competidores, coaches e voluntários. As finais mundiais do ICPC têm contado com mais de 120 times, com cerca de 15 times latino-americanos, dos quais, 5 brasileiros.  

A equipe da UFSM classificada na primeira fase, e que vai representar o CT em Santa Catarina, foi composta pelos acadêmicos: Bento Borges Schirmer, Enzo Hahn Veroneze e Felipe da Cas Becker do curso de Ciência da Computação, e o professor Cesar Tadeu Pozzer foi o coach na Maratona SBC. Pozzer já havia participado também como coach das maratonas em 2010, 2011, 2012, 2013, 2022 e 2023. Dessas participações, já se classificaram quatro times para a final brasileira, em 2010, 2011, 2012 e neste ano: 2023.

O professor destacou a importância da competição para o crescimento dos acadêmicos na área da programação: “Para motivar e preparar os alunos, eu ofereço uma disciplina chamada Maratona de Programação. Alguns alunos que já cursaram a disciplina também participam de um projeto de pesquisa focado no estudo e resolução de problemas, na elaboração de materiais de apoio para uso nos treinos e na competição, e na realização de competições locais na UFSM. Para se ter sucesso na competição nacional são necessários anos de preparação e alunos muito qualificados e comprometidos. É uma atividade super importante pois motiva os alunos a estudarem assuntos complexos e os torna muito mais fluentes em programação, para encarar os desafios inerentes da profissão. A maratona  traz muita visibilidade para os alunos, principalmente para os que desejam ingressar no mestrado ou se aplicar para emprego em grandes empresas de software.”

A chegada em Santa Catarina se dá na quinta-feira (19 de outubro). Na sexta-feira (20) ocorre a abertura, a sessão de aquecimento e outros eventos importantes. No sábado (21) ocorre a competição e a festa de encerramento do concurso. A organização do concurso oferecerá auxílio para os times de fora da sede se hospedarem durante as finais. 

Os times são compostos por três estudantes, que tentarão resolver durante cinco horas o maior número possível dos dez ou mais problemas fornecidos. Eles têm à sua disposição apenas um computador e material impresso (livros, listagens, manuais, etc.) para vencer a batalha contra o relógio e a prova proposta. Os competidores do time devem colaborar para descobrir os problemas mais fáceis, projetar os testes e construir as soluções que sejam aprovadas pelos juízes da competição. Certos problemas requerem apenas compreensão, outros conhecimento de técnicas mais sofisticadas, e alguns podem ser realmente muito difíceis de serem resolvidos. O julgamento é estrito. Nos enunciados dos problemas constam exemplos dos casos de testes, mas os times não têm acesso às instâncias verificadas pelos juízes. A cada submissão incorreta de um problema (ou seja, que a solução proposta apresenta resposta incorreta a uma das instâncias dos juízes), é atribuída uma penalidade de tempo. O time que conseguir resolver o maior número de problemas (no menor tempo acumulado com as penalidades) é declarado o vencedor.

Vamos torcer para que os participantes do CT-UFSM obtenham um ótimo resultado e uma experiência enriquecedora durante a Maratona. 


Com informações de: Prof. Dr. Cesar Tadeu Pozzer

Editado por: Marina dos Santos – Bolsista de Jornalismo

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